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Governo aprova dia de luto nacional em homenagem a Lobo Antunes

Governo aprova dia de luto nacional em honra de António Lobo Antunes, que se cumprirá no sábado

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  • O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, um dia de luto nacional em honra de António Lobo Antunes, que se cumpre no sábado.
  • O escritor, uma das maiores figuras da literatura portuguesa, morreu hoje aos 83 anos; nasceu em Lisboa a 1 de setembro de 1942.
  • Licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1969 e especializou-se em Psiquiatria, que exerceu no Hospital Miguel Bombarda.
  • Optou pela escrita a tempo inteiro em 1985 para combater a depressão que dizia ser comum a todas as pessoas; o seu primeiro livro foi Memória de Elefante (1979).
  • Recebeu várias distinções, incluindo Grande Colar da Ordem de Sant’Iago da Espada (2004), Ordem da Liberdade (2019), Commandeur da Ordem das Artes e Letras (França, 2008) e o Prémio Camões (2007).

O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, um dia de luto nacional em homenagem a António Lobo Antunes, que será cumprido no sábado. A decisão visa reconhecer a importância do escritor para a cultura portuguesa.

O Primeiro-Ministro e o Governo endereçaram as condolências à família e aos amigos de Lobo Antunes. O comentário de Luís Montenegro, feito na rede social X, enaltece o legado do autor e o seu olhar português único.

Lobo Antunes faleceu hoje, aos 83 anos. Nascido em Lisboa, em 1 de setembro de 1942, licenciou-se em Medicina em 1969 e especializou-se em Psiquiatria, atividade exercida no Hospital Miguel Bombarda.

Optou pela escrita a tempo inteiro em 1985, para enfrentar a depressão que, segundo lembrava, é comum a todos. O seu primeiro livro, Memória de Elefante, surgiu em 1979, seguido de Os Cus de Judas, em 1979, Conhecimento do Inferno (1980) e Explicação dos Pássaros (1981).

Homenagem e reconhecimentos

A República condecorou-o com o Grande Colar da Ordem de Sant’Iago da Espada (2004) e com a Ordem da Liberdade (2019). França premiou-o como Commandeur da Ordem das Artes e das Letras (2008). Foi vencedor do Prémio Camões em 2007.

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