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Edição do Prémio Sonae Educação visa apoiar mais projetos em escolas públicas

Nova categoria para escolas públicas no Prémio Sonae Educação abre 30 mil euros, ampliando o alcance de projetos inclusivos nas bibliotecas escolares

Carla Alves, professora bibliotecária no Agrupamento de Escolas Gil Vicente, em Lisboa
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  • Em 2025, o projeto Ler sem Barreiras tornou-se o primeiro da sua escola pública a vencer o Prémio Sonae Educação.
  • Em 2026, o prémio volta com uma nova categoria exclusiva para escolas públicas, com 30 mil euros, dentro de uma dotação anual de 150 mil euros.
  • O projeto está a ser desenvolvido no Agrupamento de Escolas Gil Vicente, em Lisboa, utilizando eReaders com narração em voz alta para alunos com limitações do neurodesenvolvimento.
  • A ambição é chegar, numa primeira fase, a cerca de 130 estudantes do 1.º ao 12.º ano, incluindo alunos com dislexia e défice de atenção e hiperatividade.
  • As candidaturas para a edição de 2026 estão abertas até 30 de Abril, visando promover inclusão, inovação e acesso equitativo à educação.

O Prémio Sonae Educação regressa em 2026 com uma novidade para escolas públicas. Em 2025, o projeto Ler sem Barreiras foi o primeiro de uma escola pública a vencer o prémio, que neste ano reserva 30 mil euros a uma nova categoria destinada a escolas públicas.

Em Gil Vicente, em Lisboa, a ideia nasceu quando a bibliotecária Carla Alves viu alunos com necessidades de neurodesenvolvimento a participarem pouco nas leituras. O projeto utiliza eReaders com narração em voz alta de histórias adaptadas para facilitar o acesso à leitura.

O Prémio Sonae Educação, criado em 2023, tem uma dotação anual de 150 mil euros. As candidaturas para a edição de 2026 estão abertas até 30 de Abril e podem apresentar projetos inovadores e inclusivos, promovidos por entidades públicas ou privadas.

Ler sem Barreiras é desenvolvido integralmente no Agrupamento de Escolas Gil Vicente. O financiamento permite adquirir os eReaders e equipamento de gravação, além de formação em leitura dramática e qualidade de gravação disponibilizada pela equipa de teatro da escola.

A equipa de docentes, incluindo o grupo de ensino especial, mira alcançar cerca de 130 estudantes do 1.º ao 12.º ano. O objetivo é beneficiar crianças não verbais, bem como alunos com dislexia ou défice de atenção e hiperatividade, melhorando a apropriação da leitura.

A iniciativa pretende, a prazo, integrar o material na rede de bibliotecas escolares, assegurando maior igualdade de acesso à leitura para alunos com dificuldades. Carateriza-se pela ênfase na inclusão, inovação e acesso equitativo à educação.

Para mais informações sobre o Prémio Sonae Educação, consultar o site oficial do programa.

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