- O escritor António Lobo Antunes morreu quinta-feira aos 83 anos.
- Celso Filipe, diretor-adjunto do Negócios, recorda o amigo e o valor da amizade que ele preservava.
- O diretor destaca que Lobo Antunes era um escritor disruptivo.
- Filipe afirma que Antunes foi um Nobel que ficou por atribuir.
O diretor-adjunto do Negócios, Celso Filipe, recorda António Lobo Antunes como uma pessoa de bondade e generosidade extremas. O escritor morreu na quinta-feira, aos 83 anos, conforme o jornal apurou.
Filipe destaca que Lobo Antunes preservava a amizade como valor central e que aprendeu muito com o amigo. O relato reforça a imagem de um autor atento às relações humanas e à lealdade.
O compromisso do entrevistado ressalta ainda que o autor foi disruptivo na literatura e permanece como um Nobel que muitos consideraram ter ficado por atribuir. A família e a comunidade literária devem gerir a perda deste vulto da escrita portuguesa.
Fonte: Record
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