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Advogado obrigava insolventes a comprar carros que traficava para Espanha

Rede criminosa liderada por advogado do Porto falsificava créditos e usava empresas à beira da insolvência para comprar carros que traficava para Espanha, enganando credores

O advogado Paulo Topa à chegada do Tribunal de Instrução Criminal quando voltou a ser detido em dezembro
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  • Organização criminosa alegadamente liderada por um advogado do Porto, apelidada de “Máfia das insolvências”, falsificava créditos e contraía empréstimos e leasings antes de apresentar pedidos de recuperação ou falência.
  • Usava empresas em vias de insolvência para adquirir automóveis que depois traficava para Espanha ou os utilizava em benefício próprio.
  • Antes de submeterem pedidos de recuperação ou falência, instruía os gerentes a “carregar” as empresas com créditos que não iriam pagar.
  • Os bens obtidos com o esquema eram divididos entre advogados, administradores judiciais e empresários.
  • O caso envolve articuladores em Portugal, com atividades ligadas ao tráfico de veículos para Espanha.

Uma rede criminosa, alegadamente liderada por um advogado do Porto, utilizava empresas à beira da insolvência para adquirir automóveis que posteriormente traficava para Espanha ou usava em benefício próprio.

A chamada “Máfia das insolvências” falsificava créditos e contraía empréstimos e leasings antes de submeter pedidos de recuperação ou falência. Assim, criavam a ilusão de solvabilidade para justificar novas compras.

Os responsáveis orientavam os gerentes das firmas a acumular créditos que nunca seriam pagos e a adquirir bens como automóveis, telemóveis e computadores, que eram depois divididos entre advogados, administradores judiciais e empresários.

Segundo a investigação, os bens adquiridos no âmbito do esquema eram redistribuídos entre os intervenientes para benefício próprio, com o objetivo de ocultar o enriquecimento ilícito e manter as operações.

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