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Acesso à internet no Irão fica em cerca de 1% do nível normal

Bloqueio da internet no Irão já vai em cinco dias, com conectividade a cerca de 1% do normal e operadoras a ameaçarem utilizadores que acedam à web mundial

Bandeira do Irão
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  • O acesso à internet no Irão está a rondar 1% do normal, no quinto dia consecutivo de bloqueio.
  • O bloqueio já ultrapassou as 120 horas, com as operadoras de telecomunicações a ameaçarem ações judiciais contra utilizadores que tentem ligar-se à internet mundial.
  • Segundo o texto, os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque militar contra o Irão a 28 de fevereiro, que alegadamente matou o líder supremo Ali Khamenei.
  • O Conselho de Liderança Iraniano passou a controlar a direção do país.
  • O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas em vários países da região, com mais de mil mortos desde o início do conflito, em sua maioria iranianos.

O acesso à internet no Irão encontra-se a cerca de 1% do normal, num quinto dia consecutivo de bloqueio das comunicações, segundo a organização de monitorização NetBlocks. A entidade avança que a conectividade mantém-se em níveis mínimos, mesmo após mais de 120 horas de interrupção.

A NetBlocks aponta ainda para um ambiente cada vez mais restritivo, com as operadoras de telecomunicações a ameaça de ações judiciais contra utilizadores que tentem aceder à internet mundial. A situação é descrita como altamente restrictiva pela ONG.

Contexto regional

A organização cita um ataque militar ocorrido a 28 de fevereiro, alegadamente levado a cabo por Estados Unidos e Israel, e que terá provocado a morte de figuras de alto escalão. O Conselho de Liderança Iraniano passou a deter a direção do país. A conflituosa retaliação envolve encerramento do estreito de Ormuz e ataques a alvos em várias nações da região, incluindo Israel, bases norte-americanas e infraestruturas de países como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã, Iraque, Chipre e Turquia.

Número de vítimas

Desde o início do conflito, são contabilizadas mais de mil mortes, a maioria de cidadãos iranianos, segundo a narrativa apresentada. As informações permanecem em contexto de confirmação e verificação por várias partes interessadas no conflito.

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