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Sindicato dos médicos defende que o INEM mantenha formação dos profissionais

Sindicato defende que o INEM mantenha a formação dos seus profissionais, função central para coerência técnica, perante a decisão de transferi-la para a Escola Nacional de Bombeiros

Profissionais INEM
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  • O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) defende que o INEM deve manter a formação dos seus profissionais, considerando-a função central prevista na lei orgânica.
  • A posição sustenta coerência, qualidade, segurança e autonomia técnica na emergência médica, devendo a formação ser assegurada pelo próprio INEM.
  • A deliberação de janeiro do INEM redefiniu o modelo de formação, concentrando a formação dos tripulantes de ambulância na Escola Nacional de Bombeiros.
  • A mudança determina que o INEM se concentre na formação institucional obrigatória de introdução ao Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) e em cursos por nível de resposta, mantendo as escolas médicas apenas para médicos do instituto.
  • O SIM acusa que a formação deve ser definida, coordenada e certificada pelo INEM, alinhada com referências internacionais, e não depender de formação externa com custos adicionais.

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) defende que o INEM mantenha a formação dos seus profissionais, considerando-a uma função central da instituição. A estrutura sindical afirma que a formação está prevista na lei orgânica do INEM e deve ser assegurada pelo próprio instituto.

A contestação surge após uma deliberação de janeiro, que redefiniu o modelo de formação, deslocando a formação dos tripulantes de ambulância para a Escola Nacional de Bombeiros. O INEM passa a enfatizar a formação institucional obrigatória e cursos de protocolos por nível de resposta.

Segundo o SIM, o INEM deve definir, coordenar e certificar a formação no âmbito do SIEM, alinhando-se a referenciais internacionais. A organização ressalva a importância de manter a formação interna para preservar coerência e autonomia técnica.

O sindicato afirma que a formação externa encarece o acesso e cria dependências de outras entidades, o que não deve acontecer. A formação deve permanecer uma capacidade própria, com acesso regular e critérios uniformes.

Em fevereiro, o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) anunciou que pediria uma reunião urgente com a ministra da Saúde para esclarecer o rumo estratégico da atual presidência do INEM. A entidade mostrou preocupação com a formação.

O STEPH alertou que o afastamento das escolas médicas da formação dos TEPH evidencia um clima de instabilidade e falta de consenso na instituição, que, segundo o sindicato, pode impactar a qualidade da emergência médica.

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