- A retenção de ambulâncias no Hospital de Aveiro mantém viaturas retidas por várias horas, prejudicando a prontidão para outras ocorrências.
- O vice-presidente da Federação de Bombeiros do distrito de Aveiro, Jorge Coelho, disse ao Quero Justiça que isso esgota recursos humanos e de ambulâncias.
- A situação agrava a capacidade de resposta dos bombeiros e dos serviços de emergência na emergência pré-hospitalar.
- A retenção é apresentada como consequência de dificuldades na gestão hospitalar e na coordenação entre serviços de saúde e bombeiros.
- Autoridades locais e bombeiros apelam a uma solução urgente para garantir disponibilidade contínua e eficiente das ambulâncias.
O Hospital de Aveiro tem visto ambulâncias retidas durante várias horas, o que tem piorado a prestação de socorro na emergência pré-hospitalar. A denúncia chega a partir de Jorge Coelho, vice-presidente da Federação de Bombeiros do distrito de Aveiro, em entrevista publicada no programa Quero Justiça.
Coelho aponta que estas retenções esgotam recursos humanos e de veículos dos bombeiros, impedindo a disponibilidade para outras ocorrências. A situação, de acordo com a federação, compromete a prontidão e a eficiência na resposta a acidentes e emergências.
Observa-se que as retenções são atribuídas a dificuldades na gestão hospitalar e na coordenação entre serviços de saúde e bombeiros. O quadro tem vindo a deteriorar-se nos últimos meses, gerando preocupação entre bombeiros e autoridades locais.
Impacto na resposta de emergência
A retenção prolongada de ambulâncias reduz a capacidade de resposta rápida a novas ocorrências, afetando a cobertura de emergências na região de Aveiro. Bombeiros indicam que a constante imobilização dificulta o socorro imediato a vítimas.
Esforços de mitigação
A Federação de Bombeiros do distrito de Aveiro acompanha a situação e mantém diálogo com autoridades de saúde e hospitalares. O objetivo é melhorar a coordenação e a gestão de recursos de emergência para assegurar disponibilidade contínua de ambulâncias.
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