- O inquérito da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) à morte de Umo Cani não tem data de conclusão.
- Umo Cani, cidadã guineense de 36 anos, morreu no Hospital Amadora-Sintra a 31 de outubro de 2025, depois de ter sido mandada para casa.
- O inquérito investiga a morte de uma grávida guineense, com diligências em curso junto das entidades intervenientes.
- A IGAS está a recolher prova pessoal junto das partes envolvidas no caso.
- A autópsia ainda não tem relatório emitido, considerado relevante para a adequada apreciação dos factos.
Umo Cani, mulher guineense de 36 anos e grávida, morreu no Hospital Amadora-Sintra no dia 31 de outubro de 2025. O caso está sob inquérito da IGAS para apurar as circunstâncias da morte.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde explicou ao CM que o processo envolve diligências de recolha de prova junto das entidades intervenientes. A investigação procura esclarecer quem atuou e em que momento.
A IGAS aguarda a emissão do relatório de autópsia, considerado relevante para a adequada apreciação dos factos. O relatório está ainda por produzir.
Situação do inquérito
Sem data anunciada para a conclusão, o inquérito continua a recolher elementos junto de serviços de saúde e profissionais envolvidos.
O objetivo é esclarecer as circunstâncias específicas que levaram à morte de Umo Cani e confirmar se houve falhas ou desvios de protocolo. A inspectoria não avança com conclusões.
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