- Em 2025, a ANACOM recebeu 106,4 mil queixas contra operadoras de telecomunicações em Portugal, mais 1% face a 2024.
- A Vodafone lidera com 21,3 mil queixas (33% do total) e uma taxa de 7,7 reclamações por mil clientes; Digi/Nowo não entra nos três primeiros.
- A MEO somou 18,1 mil queixas (28% do total), crescendo 11% face a 2024, com taxa de 4 por mil clientes.
- A NOS registou 18 mil queixas (28% do total), com taxa de 6,2 por mil clientes.
- A Digi/Nowo contabilizou 6,5 mil queixas (10%), equivalente a 18,7 por mil clientes; há aumentos nas reclamações por falhas nos serviços, especialmente pela demora na reparação e reparações deficientes, bem como pela demora na disponibilização de serviços fixos, falhas na Internet fixa, televisão por subscrição e serviço móvel.
Em 2025, a ANACOM recebeu 106,4 mil reclamações contra operadoras de telecomunicações em Portugal, mais 1% do que no ano anterior. A Vodafone lidera com 21,3 mil queixas, representando 33% do total. A MEO surge em segundo lugar, com 18,1 mil queixas, isto é, 28% do total.
A NOS soma também 18 mil queixas, correspondentes a 28% do total, com uma taxa de 6,2 reclamações por cada mil clientes. A Digi/Nowo é a que contabiliza menos queixas, 6,5 mil no ano, ou 10% do total, o que perfaz 18,7 queixas por mil clientes.
No que respeita ao tema das participações, em 2025 houve um aumento de reclamações motivadas por falhas nos serviços. Registou-se um acréscimo de 5 pontos percentuais em questões de demora na reparação e de reparações deficientes. Seguem-se aumentos de 2 pontos percentuais relacionados com a demora ou ligação inicial deficiente dos serviços fixos, com a internet fixa, televisão por subscrição e telefonia móvel.
Principais indicadores por operadora
- Vodafone lidera o rime de queixas com mais de 21,3 mil incidentes (33% do total) e 7,7 reclamações por mil clientes.
- MEO regista 18,1 mil queixas (28%) e, apesar disso, a taxa por mil clientes é de 4,0.
- NOS totaliza 18 mil queixas (28%), com 6,2 por mil clientes.
- Digi/Nowo apresenta 6,5 mil queixas (10%), equivalente a 18,7 por mil clientes.
Análise de padrões e dimensões do problema
- O peso das queixas continua concentrado nas grandes operadoras, com Vodafone, MEO e NOS a responderem pela maioria dos casos.
- A taxa de reclamação por mil clientes varia entre 4 e 7,7, dependendo da operadora.
- O aumento de reclamações por falhas nos serviços destaca-se pela demora na reparação e por reparações deficientes como fatores centrais.
Desdobramentos recentes
- Comunicações sobre prazos de reparação reforçam a perceção de atraso no restabelecimento de serviços.
- Dificuldades de acesso à Internet fixa, ao serviço de televisão por subscrição e à rede móvel aparecem entre as áreas de maior preocupação.
- A ANACOM mantém a monitorização e deverá divulgar novas tendências e medidas regulatórias conforme necessário.
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