- A ligação da EN 378 ao porto de abrigo de Sesimbra foi encerrada por ordem cautelar apresentada por interessados na área envolvente.
- A última vistoria, realizada na terça-feira, confirmou condições técnicas para o troço, mas a providência cautelar manteve o encerramento.
- Foram identificados sinais de instabilidade num talude da EN 378, levando a IP a realizar avaliações técnicas e intervenções ao longo das últimas semanas.
- A via tinha reaberto ao trânsito a 20 de fevereiro, decisão tomada com base em critérios técnicos e em articulação com a Proteção Civil e a Câmara Municipal de Sesimbra.
- O encerramento impede o descarregamento de pescado e o abastecimento de combustível, afetando diretamente a atividade económica da zona portuária, e está relacionado com o mau tempo que afetou Portugal há cerca de um mês.
O troço de ligação da EN 378 ao porto de abrigo de Sesimbra foi encerrado na quarta-feira após uma providência cautelar interposta por particulares com interesses na área envolvente. A decisão ocorreu apesar de a última vistoria ter confirmado condições técnicas para o funcionamento da via. O encerramento interrompe o atalho rodoviário para o porto.
A Infraestruturas de Portugal (IP) e a Câmara Municipal de Sesimbra denunciaram que, na sequência de sinais de instabilidade verificados num talude, foram realizadas avaliações técnicas ao longo das últimas semanas. Com as intervenções efetuadas e os condicionamentos aplicados, a via funcionava em condições de segurança.
A reabertura ao trânsito aconteceu a 20 de fevereiro, numa decisão tomada com base em critérios técnicos e em articulação com a Proteção Civil e a Câmara Municipal. A última verificação na terça-feira confirmou a conformidade das condições com a circulação.
Garantias técnicas e interesse público
As entidades reiteram que todas as decisões se baseiam apenas em critérios técnicos e no interesse público, e asseguram que vão continuar a envidar esforços para repor a circulação no troço considerado estruturante para o concelho.
O encerramento do troço impede o descarregamento de pescado e o abastecimento de combustível na área, com impacto direto na atividade económica da zona portuária. A situação mantém-se ligada ao mau tempo que afetou Portugal continental cerca de um mês atrás.
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