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Primeiro menor condenado por glorificar terrorismo após doutrinação online

Primeiro menor condenado por glorificar terrorismo em Portugal, cumpriu mais de dezasseis meses num Centro Tutelar Educativo, após ameaças à Mesquita de Lisboa

"Duarte", menor condenado por glorificar terrorismo, saiu de centro educativo após ameaças à Mesquita de Lisboa
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  • O Tribunal de Família e Menores de Cascais considerou o jovem “Duarte” o primeiro menor em Portugal a ser condenado por atos associados a extremismo e terrorismo, em março do ano passado.
  • A sentença prevê que, se tivesse mais de 16 anos na ocasião, cumpriria a pena numa cadeia comum, não num Centro Tutelar Educativo, por discriminação, incitamento ao ódio, ameaça e elogio a práticas terroristas.
  • O jovem passou 16 meses num Centro Tutelar Educativo, estando preventivamente nesses termos há seis meses.
  • O caso envolve a aprendizagem da doutrina nazi na solidão do quarto, ameaças de ataque à Mesquita de Lisboa e elogios a autores de massacres, incluindo Brenton Tarrant e Anders Breivik.
  • A notícia original refere-se ao desenho do caso como pioneiro em Portugal; o veredito refletiu-se na conclusão de que o menor cometeu atos ligados ao extremismo.

Duarte, ainda menor de idade, foi condenado em Portugal por atos associados ao extremismo e ao terrorismo. Em março do ano passado, o Tribunal de Família e Menores de Cascais enviou o caso para julgamento, tornando-o o primeiro menor a receber uma condenação neste âmbito. A decisão resultou numa pena de 16 meses num Centro Tutelar Educativo, com mais seis meses de permanência preventiva já cumprida.

Segundo a sentença, Duarte recebeu a doutrinação nazi na solidão do quarto e, durante esse período, ameaçou atacar a Mesquita de Lisboa, além de elogiar autores de massacres como Brenton Tarrant e Anders Breivik. A condenação baseou-se na gravidade dos atos e no risco de reincidência, justificando a resposta educativa e punitiva escolhida pelos tribunais.

Contexto e desdobramentos

A pena, cumprida em regime de centro educativo, terminou em janeiro deste ano, de acordo com a decisão judicial. O caso não apenas marca um marco jurídico em Portugal, mas também abre espaço para debate sobre a prevenção do extremismo entre menores e o papel das plataformas online na radicalização. Autoridades mantêm o foco na intervenção educativa para evitar novos comportamentos de risco.

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