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Prejuízos de 11,6 milhões em infraestruturas municipais de Figueiró dos Vinhos

Mau tempo provoca 11,6 milhões de euros em prejuízos em infraestruturas municipais de Figueiró dos Vinhos, com danos a vias, edifícios e património

Recuperação de telhado em Figueiró dos Vinhos após depressão Kristin
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  • Prejuízos em infraestruturas municipais de Figueiró dos Vinhos: 11,6 milhões de euros; juntas de freguesia reportaram cerca de 80 mil euros e instituições sociais, coletividades e religiosas, 265.410 euros.
  • Prejuízos no património cultural já totalizam 185 mil euros.
  • Os dados foram enviados à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e o levantamento foi feito por técnicos municipais com o apoio da Câmara de Oeiras (Lisboa).
  • A depressão Kristin provocou danos a habitações, empresas, rede viária, caminhos florestais e património; mais de 50 edifícios públicos e associações foram atingidos e mais de 80 empresas locais ficaram afetadas.
  • Em Portugal, morreram 18 pessoas devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta; as regiões mais atingidas foram Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo; a situação de calamidade terminou no dia 15 de fevereiro.

A Câmara de Figueiró dos Vinhos revelou que os prejuízos em infraestruturas municipais resultantes do mau tempo ascendem a 11,6 milhões de euros. O montante foi confirmado em informação enviada à Agência Lusa.

Além do montante principal, as juntas de freguesia reportaram cerca de 80 mil euros em danos, enquanto instituições de solidariedade social, coletividades e entidades religiosas apontaram 265.410 euros. Déficits no património cultural somam 185 mil euros.

Esses dados foram encaminhados à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro. O levantamento foi realizado por técnicos municipais com o apoio da Câmara de Oeiras (Lisboa).

Contexto

A autarquia presidida por Carlos Lopes já tinha anunciado a depressão Kristin, que afetou habitações, empresas, infraestruturas públicas e associativas. Os estragos estendem-se a edifícios, vias, património cultural e florestal.

Mais de 80 empresas locais foram afetadas pela destruição de armazéns, perda de maquinaria e cortes de energia. Também foram atingidos mais de 50 edifícios públicos e associativos, agravando a situação económica local.

As vias municipais e os caminhos florestais sofreram danos significativos, com quedas de árvores e deslizamentos. O concelho, onde a atividade é rural, regista impactos ambientais e económicos que se estimam levar anos a recuperar.

Até ao momento, dezoito pessoas morreram em Portugal e houve centenas de feridos e desalojados devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta, que atingiram várias regiões do país.

Desfecho do período de calamidade

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas pelas intempéries. A situação de calamidade, abrangendo 68 concelhos, terminou no dia 15 de fevereiro.

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