- A travessia sobre o Douro que vai servir o metro decorre junto às habitações do Bairro da Associação de Moradores de Massarelos, no Porto.
- A obra, com um enorme pilar de betão, fica diante do rio Douro e das entradas 16 e 28 das casas.
- Por motivos de segurança, a Empresa do Metro pediu às 14 famílias que residem nessas entradas para se realojarem temporariamente.
- O realojamento é para os próximos meses, enquanto decorrem os trabalhos na nova ponte Ferreirinha.
- A empresa ainda não confirmou o pagamento de rendas ou apoio para as casas arrendadas pelos residentes durante o período de realojamento.
A obra da travessia sobre o Douro, que servirá o metro, avança junto às habitações do Bairro da Associação de Moradores de Massarelos, no Porto. Em prévia de conclusão, um pillar gigante de betão ergue-se detrás das casas junto ao rio. Por questões de segurança, a Empresa do Metro pediu aos residentes para se encontrarem alojados noutros locais nos próximos meses.
As 14 famílias que vivem nas entradas 16 e 28 foram informadas de que devem realojar-se temporariamente, até que as obras avancem de forma estável. A medida destina-se a evitar riscos derivados da construção junto às habitações. A realojamento é obrigatório para manter a continuidade do projeto.
A instituição afirma que a decisão é de segurança, mas não disponibiliza ainda verbas para cobrir rendas de novas habitações. Até ao momento, não há indicação de quando os moradores poderão regressar aos seus imóveis. A ausência de financiamento para realojos preocupa os residentes.
Riscos e impactos
A massa de betão visível simboliza o avanço da obra. A gestão do projeto diz estar a acompanhar a situação e a procurar soluções rápidas para minimizar o desconforto dos vizinhos. O prazo de realojamento não foi divulgado pela empresa.
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