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Investigação ao Rancho Playboy reaberta no Caso Epstein

Investigação ao Rancho Zorro é reaberta, ligada a Epstein, com denúncias de mortes de duas menores e uso do local para abusos sexuais

Caso Epstein: Investigação ao 'Rancho Playboy' é reaberta
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  • A investigação ao Rancho Zorro, antiga herdade de Jeffrey Epstein no Novo México, é reaberta após documentos do Departamento de Justiça dos EUA mencionarem a propriedade a várias dezenas de vezes.
  • Between as alegações, uma ex-funcionária alega que duas meninas terão sido estranguladas durante relações sexuais violentas e enterradas no terreno, a mando de Epstein; outra denúncia envolve uso de cabanas para transmitir doenças sexualmente transmissíveis às vítimas.
  • O ex-procurador-geral do Novo México critica a possível negligência das autoridades, defendendo que casos de abuso sexual exigem rapidez e recursos adequados; o Rancho foi alvo de investigações entre 2015 e 2023.
  • Epstein comprou o Rancho Zorro em 1993, construiu uma mansão de três mil metros quadrados e instalou um aeródromo e heliporto; em 2019 o Estado anulou um acordo de arrendamento de terras que o ligava ao local; a propriedade foi vendida em 2023 a Don Huffines.
  • Virginia Giuffre, vítima associada ao rancho, afirmou ter sido trafficked para homens poderosos que se hospedavam no local e partilhou fotos suas numa documentação judicial de 2015.

O caso Epstein ganha novo contorno ao reabrir-se a investigação sobre o Rancho Zorro, antigo bastião do pedófilo no Novo México. As autoridades analisam denúncias graves que alegam crimes cometidos no terreno, a mando do próprio Epstein, ainda que o processo tenha atravessado várias vicissitudes. O foco é entender o que se passou na propriedade, situada a cerca de 50 km de Santa Fé, e por que motivos o local pode ter sido crucial para os abusos.

Conhecida entre moradores como o Rancho Playboy, a herdade de mais de 3000 hectares passou ao largo da fiscalização por longos anos. Epstein terá adquirido o terreno na década de 1990 e, no mesmo ano, arrendou terras adjacentes, numa operação que correu para além da atividade agropecuária. Em 2019, a Comissão de Terras do Novo México anulou esse acordo.

Alegações investigadas

Entre as denúncias, uma afirma que duas meninas foram estranguladas durante abusos sexuais violentos e enterradas no terreno, supostamente executadas por ordem de Epstein. Outra queixa, apresentada ao FBI, afirma que cabanas do rancho eram usadas para transmitir doenças sexualmente transmissíveis às vítimas, como forma de chantagem. Diz ainda que uma das vítimas ficou grávida após abusos repetidos.

Contexto jurídico e cronologia

O ex-procurador-geral do Novo México, Hector Balderas, afirmou à imprensa que falhas de investigação podem ter feito perder provas relevantes. Balderas coordenou diligências entre 2015 e 2023, quando o trabalho foi interrompido a pedido de procuradores federais em Nova Iorque. A investigação enfrentou entraves de recursos e de ritmo processual.

Propriedade atual e desfecho

Após Epstein morrer em 2019, a propriedade foi vendida. Virginia Giuffre, outra figura associada ao caso, visitou o rancho, mas a vítima tornou-se figura pública de forma controversa. O Rancho Zorro foi adquirido em 2023 por Don Huffines, ex-senador do Texas, com a promessa de destinar o valor da venda às vítimas.

Contexto da infraestrutura do rancho

Epstein construiu uma mansão de cerca de 3000 metros quadrados na propriedade, com um aeródromo e um heliporto. Em 1993, o terreno vizinho foi arrendado a Epstein, com o estado a contestar a finalidade agrícola. O terreno permanece rodeado de controvérsias sobre o uso e a regulação.

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