- O presidente do Infarmed está a trabalhar numa portaria que define o regime especial de comparticipação de medicamentos para a obesidade.
- O processo prevê o envolvimento dos médicos de família no circuito de cuidados.
- Rui Santos Ivo afirmou que as equipas multidisciplinares da obesidade devem ser consideradas no âmbito das ULS, que integram os cuidados primários.
- O presidente do Infarmed garantiu levar à tutela a preocupação sobre as restrições à prescrição destes medicamentos, adquirida na comissão parlamentar de saúde.
O presidente do Infarmed está a trabalhar na portaria que define o regime especial de comparticipação dos medicamentos para a obesidade. O objetivo é estabelecer, de forma ordenada, o acesso a estes fármacos, envolvendo os médicos de família no processo.
A informação foi divulgada por Rui Santos Ivo em resposta a uma audição no parlamento. O pedido partiu da comissão parlamentar de saúde, a pedido do Chega, sobre a implementação deste regime excecional.
O responsable do Infarmed explicou que, no contexto das unidades locais de saúde (ULS), é essencial prever o envolvimento das equipas multidisciplinares da obesidade no percurso de cuidados integrados. Este envolvimento inclui os médicos de Medicina Geral e Familiar, inseridos nos cuidados primários.
Além disso, o presidente deixou claro que vai levar à tutela a preocupação levantada pela deputada do PS Susana Correia sobre as restrições à prescrição destes medicamentos. O objetivo é esclarecer critérios e limites no acesso a estas terapêuticas dentro do regime em estudo.
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