- A Fundação Champalimaud integrou um consórcio internacional para estudar como o cérebro interage com o cancro.
- O objetivo é compreender os mecanismos da interação entre o sistema nervoso e tumores para informar terapias futuras.
- O projeto envolve várias instituições e foca-se nas vias de comunicação entre o cérebro e o cancro.
- O conteúdo completo da notícia está disponível apenas para subscritores.
A Fundação Champalimaud integrou um consórcio internacional que vai estudar como o cérebro interage com o cancro. A iniciativa pretende compreender a relação entre o sistema nervoso e tumores para orientar futuras terapias.
O consórcio reúne várias instituições de pesquisa, com foco em mecanismos de comunicação entre o cérebro e células tumorais. O objetivo é identificar vias que possam vir a ser alvos para intervenções clínicas.
O comunicado completo está disponível apenas para subscritores. A instituição não detalha prazos, instituições envolvidas nem países participantes neste momento.
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