- Nos últimos 20 anos houve um aumento de 23% no contributo do excesso de peso para a perda de anos de vida saudáveis e de 22% para o total de mortes associadas ao IMC elevado.
- O excesso de peso, que inclui a obesidade, tem vindo a subir posições entre os fatores de risco que mais contribuem para a carga da doença em Portugal.
- Em 2023, o índice de massa corporal elevado ocupou a segunda posição entre os fatores que mais contribuem para os anos de vida saudável perdidos e a terceira para o total de mortes.
- Os dados referem-se ao Global Burden of Disease Study (GBD), com a Direção-Geral da Saúde a salientar o aumento da relevância deste fator.
O excesso de peso é apontado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) como o terceiro principal fator de risco que mais contribui para a mortalidade em Portugal. Entre 2003 e 2023, houve um aumento de 23% no contributo para anos de vida saudável perdidos e de 22% para o total de mortes associadas ao IMC elevado.
Em 2023, o IMC elevado ficou em segunda posição entre os fatores que mais contribuem para os anos de vida saudáveis perdidos e em terceira para o total de mortes, segundo dados do Global Burden of Disease Study (GBD).
O grupo de risco inclui a obesidade, que tem vindo a subir posições na carga global da doença em Portugal. A evolução de 20 anos indica uma progressiva relevância do excesso de peso no panorama da saúde pública.
Dados do Global Burden of Disease Study
O estudo GBD reúne dados globais para quantificar anos de vida perdidos e mortalidade associada ao peso. Os resultados destacam o impacto crescente do IMC elevado na população portuguesa.
A DGS sublinha a importância de monitorizar tendências e de promover políticas de prevenção para reduzir as condições associadas ao excesso de peso, mantendo o tom técnico e neutro da comunicação oficial.
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