- O consórcio internacional InteroCANCEption, que inclui a Fundação Champalimaud com o investigador Henrique Veiga Fernandes, foi seleccionado para receber financiamento no âmbito da iniciativa Cancer Grand Challenges.
- O apoio pode subir até 25 milhões de dólares (cerca de 21 milhões de euros) ao longo de aproximadamente cinco anos.
- Destes fundos, cerca de 2,5 milhões de dólares (duas milhões de euros) destinam-se a Portugal.
- O objetivo é explorar como o cérebro e o sistema nervoso interagem com tumores e se o cérebro pode “sentir” o cancro.
- O financiamento é atribuído pelas Cancer Research do Reino Unido e pelo Instituto Nacional do Cancro dos EUA.
O cérebro pode sentir o cancro? A equipa internacional InteroCANCEption, da qual faz parte Henrique Veiga Fernandes, investiga como o cérebro e o sistema nervoso interagem com tumores. O estudo foi seleccionado para receber financiamento.
A iniciativa Cancer Grand Challenges atribuiu até 25 milhões de dólares (cerca de 21 milhões de euros) ao longo de cerca de cinco anos. O apoio destina-se a esforços globais que exploram novas fronteiras da oncologia.
Do total, cerca de 2,5 milhões de dólares (aproximadamente 2 milhões de euros) destinam-se a Portugal, integrando a Fundação Champalimaud. O anúncio envolve agências britânicas de investigação e o Instituto Nacional do Cancro dos Estados Unidos.
O objetivo é responder a perguntas sobre como o cancro influencia o cérebro e como o sistema nervoso reage aos tumores. O consórcio português participa numa rede internacional para avançar conhecimentos nessa interacção.
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