- João Raimundo, de 83 anos, ex-presidente do Instituto Politécnico da Guarda e atual diretor da escola profissional Ensiguarda, vai voltar a ser réu.
- Está acusado de tentativa de homicídio e de ofensa à integridade física grave por ter atacado com um martelo um amigo da mulher.
- A vítima é o amigo da mulher, Marília Raimundo, antiga deputada e secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário.
- Em 1994, o acusado foi detido por suspeitas de terrorismo.
- O réu era conhecido na Guarda como “Dono da Guarda” e teve destacada atuação em várias organizações sindicais.
João Raimundo, ex-presidente do Instituto Politécnico da Guarda e atual diretor da escola profissional Ensiguarda, será novamente julgado por crimes graves. A acusação envolve uma tentativa de homicídio e uma ofensa à integridade física grave, após um ataque com martelo a um homem próximo de Marília Raimundo, antiga deputada e secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário.
A defesa aponta que o arguido tem 83 anos e já foi figura pública influente na região, com ligações passadas a diferentes sindicatos. O caso surge após uma nova acusação associada a um incidente envolvendo um amigo da mulher de Raimundo, cujo estado de saúde não foi detalhado publicamente.
O processo segue em vias de julgamento, com a defesa a contestar a acusação e a solicitar direitos de defesa. Não foram divulgadas informações adicionais sobre a data, o local ou as circunstâncias exactas do ataque. O caso mantém-se sob segredo de justiça até informações formais adicionais serem tornadas públicas.
Contexto do caso
O antigo dirigente da UGT e de outros grupos políticos locais já esteve detido em 1994 por suspeitas de terrorismo, conforme fontes históricas. As autoridades não confirmaram se esse episódio terá relação com o caso atual. Enquanto aguardam-se desenvolvimentos, a comunidade observa o desfecho provável do processo.
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