- A Polícia Judiciária deteve dez pessoas, com idades entre 44 e 77 anos, suspeitas de associação criminosa, corrupção e burla qualificada.
- Entre 2023 e 2025, a rede terá usado créditos falsos para se apropriar do património de empresas em falência ou recuperação, beneficiando insolventes e lesando credores.
- O montante dos desvios ascende a um milhão de euros, e a investigação pode apurar mais prejuízos.
- A PJ já apreendeu vários bens aos arguidos.
- Só um dos carros está avaliado em mais de 200 mil euros.
Uma operação da Polícia Judiciária (PJ) levou à detenção de dez suspeitos, entre 44 e 77 anos, no âmbito de uma investigação por associação criminosa, corrupção e burla qualificada. Os suspeitos são alvo de suspeitas ligadas a créditos falsos usados para desviar património de empresas em falência ou recuperação.
Entre 2023 e 2025, a rede teria utilizado créditos falsos para se apropriar de ativos, ao mesmo tempo que beneficiava os insolventes e lesava credores legítimos. A investigação aponta para desvios que totalizam cerca de um milhão de euros, com possibilidade de haver prejuízos adicionais.
A operação envolveu a apreensão de vários bens aos arguidos, em especial veículos. Um dos carros está avaliado em mais de 200 mil euros, indicam as autoridades.
A PJ não divulgou identificações dos detidos nem detalhes operacionais que permitam identificar locais específicos. As informações são fornecidas pela investigação em curso e devem ser confirmadas pelas autoridades competentes.
As autoridades continuam a analisar os dados recolhidos e a verificar a extensão da alegada rede de créditos falsos. O objetivo é esclarecer o funcionamento do esquema e determinar a responsabilidade de cada arguido.
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