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Casas portuguesas democratizam-se do quarto da criada às cozinhas abertas

Casas mais abertas e equipamento moderno: cozinhas centrais, smartphones a substituir televisões; surgem suítes e closets, sem ainda morta as marquises

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  • As casas portuguesas passaram a democratizar-se, com mudanças de layout desde o quarto da criada até cozinhas abertas.
  • Derrubaram-se paredes, os homens foram para a cozinha e as salas reorganizaram-se, com foco em mobilidades e funções.
  • As tecnologias mudaram o cenário doméstico: smartphones substituíram televisões, e há preferência por suítes e closets.
  • O texto não declara a morte das marquises, mantendo o debate sobre formatos de casa em curso.
  • Em 1956, a revista Eva organizou um sorteio de Natal para ganhar uma casa, desenhada pelos arquitetos Victor Palla e Bento d’Almeida, apresentada na Exposição Geral de Artes Plásticas como solução para habitações de pequena área.

Em 1956, a revista Eva, dedicada aos temas da mulher e do lar, organizou um sorteio de Natal com uma proposta arrojada: oferecer uma casa como prémio. A iniciativa visava responder ao crescente desafio do espaço nas habitações portuguesas.

A casa foi desenhada pela dupla de arquitetos Victor Palla e Bento d’Almeida e apresentou‑se como solução para vivendas de pequena área. O projecto foi apresentado na Exposição Geral de Artes Plásticas desse ano.

Na altura, o conceito refletia a ideia de democratizar o acesso a moradias mais funcionais, com espaços reorganizados para responder às necessidades familiares. O prémio associava modernidade, design compacto e uso eficiente do espaço.

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