- Zelensky afirmou estar preocupado com possível escassez de munições para a defesa aérea ucraniana caso a guerra no Médio Oriente se prolongue, dizendo que mantém contactos com parceiros.
- Não disse ter recebido sinais de apoio ou de fornecimento de munições por parte de europeus ou norte-americanos.
- O presidente espera uma nova reunião entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos entre 5 e 8 de março, com Abu Dhabi, Turquia ou Suíça como locais alternativos.
- Em entrevista anterior, Zelensky disse apoiar uma operação contra o regime do Irão, não contra o povo.
- Os ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão desencadearam retaliação com mísseis e drones; o Irão confirmou a morte do líder supremo Ali Khamenei e decretou 40 dias de luto, com pelo menos 555 mortos segundo o Crescente Vermelho iraniano.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse estar preocupado com uma possível escassez de munições para os sistemas de defesa aérea caso a guerra no Médio Oriente se prolongue. A observação foi feita numa comunicação com jornalistas, hoje, e surge num contexto de contactos com parceiros ocidentais. Zelensky afirmou não ter recebido sinais claros de fornecimentos adicionais por parte de europeus ou norte-americanos.
O líder ucraniano acrescentou que a duração e a intensidade do conflito no Irão podem reduzir a disponibilidade de defesa aérea para a Ucrânia. Em paralelo, revelou esperar por uma nova reunião entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos entre 5 e 8 de março, ainda que não possa confirmar a realização em Abu Dhabi. Locais alternativos propostos incluem a Turquia e a Suíça.
No âmbito regional, Zelensky também indicou apoio a medidas contra o regime iraniano, argumentando que a oposição se dirige ao governo, não ao povo. A ofensiva de Estados Unidos e Israel contra o Irão ocorreu recentemente, com Teerã a responder com mísseis e drones contra bases norte-americanas e alvos israelitas.
De acordo com a organização Crescente Vermelho Iraniano, pelo menos 555 pessoas morreram no Irão desde o início dos ataques. A situação regional mantém-se volátil, com informações em constante atualização sobre desfechos diplomáticos e operações militares.
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