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Universidade de Évora estuda perda de massa muscular na população do Alentejo

Universidade de Évora lança estudo sobre sarcopenia no Alentejo, com rastreio populacional e encaminhamento de casos para os serviços de saúde, visando reduzir quedas e perda de autonomia

Universidade de Évora
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  • A Universidade de Évora vai estudar a prevalência da sarcopenia na população do Alentejo, encaminhando casos detetados para os serviços de saúde.
  • O projeto ALSarco combina rastreio da sarcopenia com uma abordagem integrada de epidemiologia, serviços de saúde, exercício físico e suporte nutricional.
  • A iniciativa resulta de uma parceria entre a Universidade de Évora (CHRC), uma empresa de nutrição médica e uma farmácia da região.
  • O estudo visa identificar casos positivos na avaliação inicial, para depois realizar a avaliação funcional e planear programas personalizados de treino e nutrição.
  • O lançamento está marcado para quarta-feira, às 12:00, na Universidade de Évora.

A Universidade de Évora anunciou um novo estudo sobre a prevalência da sarcopenia na população do Alentejo. O projeto, denominado ALSarco, combina rastreio inicial com uma abordagem integrada de epidemiologia, saúde, exercício físico e nutrição.

A iniciativa envolve a UÉ, investigadores do Comprehensive Health Research Center (CHRC), uma empresa de nutrição médica e uma farmácia local. A meta é identificar casos positivos na avaliação inicial para, depois, estabelecer avaliações funcionais e planos personalizados de treino e alimentação.

O estudo tem como objetivo quantificar a prevalência da sarcopenia na região e encaminhar casos para os serviços de saúde através de relatórios aos médicos assistentes. O Alentejo apresenta elevado envelhecimento populacional, dispersão geográfica e baixa densidade populacional, fatores que elevam o risco da doença.

Objetivos e impacto esperado

Segundo Armando Raimundo, coordenador do projeto, a intervenção pode diminuir o risco de quedas, fraquezas e queda da autonomia. Os benefícios incluem recomendações de treino e nutrição, bem como encaminhamento para cuidados de saúde apropriados.

A diretiva do ALSarco salienta que a redução do isolamento social, de internamentos por quedas e de institucionalizações precoces também são impactos potenciais. O estudo alinha-se com estratégias de saúde pública para envelhecimento ativo na região.

O lançamento formal ocorre na quarta-feira, às 12:00, na Universidade de Évora, marcando o início oficial do ALSarco e a cooperação entre as entidades envolvidas.

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