- O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) não participou na reunião negocial agendada para as 15h, após o Governo ter avisado que não aceitaria negociar enquanto decorresse o protesto.
- O plenário planeado pelo Stop ocorreu em frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) em Lisboa, para denunciar propostas consideradas gravosas ao Estatuto da Carreira Docente (ECD).
- Em pouco menos de duas horas, dezenas de docentes concentraram-se na Avenida Infante Santo, com palavras de ordem a sustentar o direito ao ECD.
- O secretário de Estado e Adjunto da Educação, Alexandre Homem Cristo, informou que não ia receber a delegação do Stop enquanto o protesto estivesse a decorrer.
- A direção do Stop manteve o protesto, o que resultou na exclusão do sindicato das negociações em curso sobre o ECD.
O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) recusou participar na reunião negocial desta segunda-feira. O Governo informou que não negociaria com o sindicato enquanto decorresse o protesto em frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), em Lisboa.
Pelas 14h30, pouco mais de uma vintena de docentes concentrava-se na Avenida Infante Santo. Ao longo de quase duas horas, entoaram palavras de ordem como “A escola unida jamais será vencida” e exigiram respostas do MECI.
Após aguardar a abertura da reunião por uma hora, o secretário de Estado e Adjunto da Educação, Alexandre Homem Cristo, informou que não haveria negociação enquanto o protesto continuasse.
Diante da decisão dos manifestantes, o Stop não integrou a delegação presente na reunião. O protesto manteve-se concentrado, sem interrupção, do lado de fora do MECI.
A ronda negocial sobre o Estatuto da Carreira Docente (ECD) é apoiada por cinco das 12 organizações sindicais, entre as quais não esteve o Stop. O objetivo do plenário era denunciar as propostas do MECI associadas ao estatuto.
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