- A tempestade Kristin causou danos em Sardoal, com prejuízo estimado de 4,76 milhões de euros e custo de reposição até 10,48 milhões, segundo o município.
- Os maiores impactos ocorreram na antiga Estrada Nacional 2 (EN2), com derrocadas em Andreus, Salgueira e Brescovo, tornando a circulação impossível.
- Dano significativo em redes viárias, sinalética, guardas metálicas, drenagem, coberturas de edifícios e em equipamentos de associações, instituições de solidariedade social e entidades religiosas.
- As soluções e o orçamento final dependem de projetos e da contratação das obras, com expectativa de apoios governamentais para fazer face aos prejuízos.
- Foram registadas pelo menos 18 mortes em Portugal entre janeiro e fevereiro devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta, com regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo entre as mais afetadas.
O temporal Kristin provocou danos significativos no concelho de Sardoal, com prejuízos estimados em 4,76 milhões de euros e um custo de reposição que pode chegar a 10,48 milhões. A avaliação é da Câmara Municipal e ainda está em fase preliminar, baseada em observação técnica.
O gabinete técnico do município tem vindo a apurar, com caráter provisório, a dimensão dos danos e dos custos de reposição. Os valores refletem já a dimensão dos prejuízos que o município terá de enfrentar, segundo o presidente da Câmara.
Os maiores impactos incidirem na antiga Estrada Nacional 2 (EN2), com derrocadas junto às povoações de Andreus, Salgueira e Brescovo, tornando a circulação impossível e exigindo soluções técnicas complexas e dispendiosas.
Danos na EN2 e restantes infraestruturas
Zonas de lazer, espaços culturais, pontes e equipamentos municipais também sofreram danos relevantes. Além disso, a rede viária, a sinalética, as guardas metálicas, os sistemas de drenagem e a cobertura de edifícios foram afetados, assim como equipamentos de associações, IPSS e entidades religiosas.
O município aponta que as soluções e o orçamento final dependem da execução de projetos e da contratação de obras, prevendo apoios do Governo para fazer face aos prejuízos. Metade do valor estimado concentra-se nas duas derrocadas na EN2, consideradas prioridades.
Existe ainda indicação de que, apesar da redução de emergências, há muito trabalho pela frente para repor as infraestruturas danificadas, mantendo o foco na recuperação da rede viária e de estruturas públicas.
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