- A pulseira eletrónica do agressor permitiu à GNR atuar de forma preventiva em Felgueiras.
- A intervenção visou proteger a mulher e os filhos de uma possível ameaça fatal.
- O homem chegou a regar a mulher com gasolina, mas não conseguiu atear fogo.
- O registo do percurso do agressor foi determinante para a ação preventiva.
- O caso ocorreu em Felgueiras, com a notícia publicada a 2 de março de 2026.
Em Felgueiras, uma mulher e os filhos estiveram em risco após o registo de deslocações de um agressor monitorizado. A GNR atuou de forma preventiva com base nesses dados. O homem chegou a regar a vítima com gasolina, mas não ateou fogo.
O caso envolve a mulher, os filhos e o agressor, sob vigilância por meio de uma pulseira eletrónica. A ação policial ocorreu no âmbito de medidas de proteção, com atuação rápida da guarda.
Segundo fontes, o incidente foi observado no decorrer do registo de trajetos do agressor, cuja monitorização permitiu impedir danos adicionais à família. O episódio ocorreu no 02 de março de 2026, às 13:05.
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