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Paredão de Moledo em risco de colapso após agitação marítima

Paredão de Moledo em risco efectivo de colapso após nova agitação marítima; autoridades apelam à não aproximação enquanto avaliam danos

Os danos provocados pela agitação marítima no paredão de Moledo
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  • O paredão de Moledo, no concelho de Caminha, está em risco efectivo de colapso após nova agitação marítima.
  • Houve abatimento significativo na parte lateral já intervencionada, conforme a Câmara Municipal de Caminha, que pede à população para não se aproximar.
  • A presidente da câmara, Liliana Silva, informou ter iniciado contactos institucionais com a Agência Portuguesa do Ambiente para intervir com carácter de urgência e assegurar a estabilidade da estrutura.
  • Equipas técnicas estiveram hoje no local para diligências imediatas, com trabalhos de estabilização iniciados a dez de fevereiro.
  • Em dezasseis de fevereiro, o secretário de Estado do Ambiente afirmou que a autarquia e a Agência Portuguesa do Ambiente estavam a avaliar os prejuízos no âmbito dos apoios do Governo.

O paredão de Moledo, em Caminha, está em risco de colapso após nova agitação marítima que voltou a afetar a intervenção de emergência feita após as tempestades de Fevereiro. A autarquia divulgou o aviso esta segunda-feira, 2 de Março, pedindo à população que não se aproxime.

Segundo a Câmara Municipal de Caminha, houve um abatimento significativo na zona lateral já intervencionada, registado na sequência da agitação recente. A infraestrutura não ruiu por causa da intervenção de urgência efetuada anteriormente, mas o risco permanece.

A presidente da câmara, Liliana Silva, acionou contactos com a Agência Portuguesa do Ambiente para uma intervenção urgente que garanta a estabilidade do paredão e a segurança das pessoas. Equipes técnicas estiveram no local para diligências imediatas.

Os trabalhos de estabilização arrancaram a 10 de Fevereiro, após a passagem ter sido interditada devido ao colapso de partes do passeio. A autarquia explicou que a erosão da areia sob a estrutura deixou o pavimento sem apoio adequado.

Em 16 de Fevereiro, o secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, indicou que a autarquia e a APA estavam a avaliar os prejuízos no âmbito dos apoios do Governo aos municípios, no que diz respeito a esta infra-estrutura.

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