- O Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados nomeou, na passada sexta-feira, um novo defensor oficioso para defender José Sócrates no julgamento da Operação Marquês.
- A nomeação ocorreu de forma automática e aleatória pelo sistema da Ordem dos Advogados.
- O defensor ainda não tem uma posição permanente no processo, porque ainda não há condições para avançar com essa solução.
- O advogado pode pedir dispensa do processo, caso assim o entenda.
O novo defensor oficioso nomeado pelo Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados (OA) pode pedir a dispensa do processo na Operação Marquês. A nomeação ocorreu na passada sexta-feira, para acompanhar o antigo primeiro-ministro José Sócrates no julgamento.
A designação foi feita de forma automática e aleatória pelo sistema da OA, não significando uma solução permanente para o caso. Ainda não existem condições para avançar com a nomeação permanente do defensor.
Quem está envolvido é o Conselho Regional de Lisboa da OA, Sócrates e o tribunal competente para o julgamento da Operação Marquês. A decisão de pedir dispensa depende de circunstâncias processuais que podem evoluir nos próximos dias.
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