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Irão fica sem internet há mais de 48 horas

Irão sem acesso à Internet há mais de 48 horas, com conectividade em cerca de 1%; especialistas alertam para retaliação cibernética contra alvos dos EUA e de Israel

Israel e Estados Unidos iniciaram neste sábado uma série de ataques militares que mataram o líder supremo do Irão, Ali Hosseini Khamenei
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  • O Irão está sem acesso significativo à Internet há mais de 48 horas, com conectividade em cerca de 1% em relação aos níveis normais.
  • Segundo a NetBlocks, o corte é atribuído ao regime, com tráfego quase zero em regiões chave, e apenas alguns conseguiram ligar via satélite Starlink por curtos períodos.
  • Paralelamente, houve uma vaga de ciberataques contra infraestruturas iranianas, incluindo sites de notícias e a aplicação BadeSaba, que passou a mostrar mensagens de retaliação.
  • O site da agência de notícias estatal IRNA ficou indisponível por longos períodos, enquanto o Tasnim sofreu perturbações e exibiu mensagens contrárias ao líder supremo.
  • Analistas sugerem que o Irão poderá responder com retaliação cibernética, incluindo reutilização de dados, infiltração de sistemas industriais e ataques diretos contra alvos israelitas ou dos EUA.

O Irão enfrenta há mais de 48 horas um apagão quase total de Internet, deixando a população isolada do exterior após ataques militares dos EUA e de Israel. A conectividade está em cerca de 1% dos níveis normais, segundo NetBlocks. Também houve várias operações cibernéticas que comprometeram sites e apps iranianos.

Alguns utilizadores conseguiram aceder via satélite Starlink ou redes privadas, mas o acesso é intermitente e limitado. A NetBlocks atribui o bloqueio a um corte nacional imposto pelo regime, que não comentou o assunto. O episódio segue temporariamente episódios semelhantes de 2025.

A ofensiva digital coincidiu com uma ofensiva militar que viu os EUA e Israel a bombardearem alvos no Médio Oriente. Analistas alertam para a possibilidade de retaliação cibernética iraniana contra alvos norte‑americanos e israelitas, incluindo ataques a infraestruturas digitais.

Ciberataques e retaliação

Especialistas citados pela Reuters apontam para ataques a órgãos de propaganda do regime, invasões de sites de notícias e o abalo na aplicação BadeSaba, com mensagens políticas vinculadas ao conflito. O portal IRNA ficou offline por longos períodos, enquanto o Tasnim reportou falhas e mensagens contra o líder supremo.

Outras análises sugerem que Teerão pode usar velhas fugas de dados como retaliação, infiltrar sistemas industriais expostos à internet ou lançar ataques diretos. A Anomali adianta atividades de hackers apoiados pelo Estado, com possíveis ataques do tipo “wiper” contra alvos israelitas.

A resposta iraniana envolve ataques com mísseis e drones a bases norte‑americana nos arredores, além de ações contra alvos israelitas, conforme reportado pela imprensa regional. O ambiente de conflito é observado por especialistas cibernéticos internacionais.

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