- Reguengos Raízes Rosé 2024, produzido pela Carmim, integra a linha Reguengos Raízes, posicionada num segmento premium acessível.
- É elaborado a partir da casta regional Tinta Caiada, plantada em vinhas velhas no Alentejo.
- Teve grau alcoólico de 13% e o preço é 32 euros.
- A pontuação publicada é de 97 pelo autor Edgardo Pacheco.
- O vinho é apresentado como um dos melhores rosés portugueses provados recentemente, destacando a qualidade de vinhos de cooperativa.
A Carmim deu continuidade à revolução iniciada com o Garrafeira dos Sócios e lançou a marca Reguengos Raízes, ainda com um branco e este rosé. O objetivo é posicionar estes vinhos num segmento premium, mas acessível.
Os responsáveis assumem que não se trata de vinhos de barrica evoluída ou de estilos de Novo Mundo. Em vez disso, recorrem a castas regionais, vinhas velhas e técnicas enológicas simples para criar produtos com foco na expressão do terroir.
Reguengos Raízes Rosé 2024 é produzido a partir da casta Tinta Caiada e tem 13% de-alcool. O rótulo destaca que o projeto parte de uma gestão da Carmim (João Caldeira) com a equipa de enologia (Rui Veladas e Tiago Garcia). O alvo é um rosé sério e elegante, apto a Champagne ou a pratos mais complexos, sem depender de grande notoriedade.
Registo de prova
O rosé é descrito como sedoso, refinado e de nível internacional, capaz de encantar quem costuma rejeitar rosés. A equipa afirma que o segredo está na seleção de castas regionais e na simplicidade das técnicas aplicadas.
O preço apontado é de 32 euros, com uma pontuação de 97, e a informação de produção indica o Alentejo como região. O vinho surge como uma opção de qualidade para quem procura expressão de terroir sem recorrer a grandes marcas.
Contexto e impacto
A aposta da Carmim situa Reguengos Raízes- Rosé 2024 como vinho premium acessível. A ideia é demonstrar que cooperativas podem competir em patamares elevados, apresentando vinhos de qualidade reconhecível no mercado nacional e além.
A iniciativa insere-se numa estratégia de valorização de histórias de vinhas velhas e castas regionais, para ampliar a percepção pública sobre o potencial dos vinhos de cooperativas. O projeto já é visto como referência para futuras coleções da marca Reguengos Raízes.
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