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Catarina Miranda mantém promoção de casinos ilegais, apesar de queixas-crime

Investigação do NOW mostra influenciadores a promover casinos online ilegais, com queixas-crime já apresentadas junto do Ministério Público

Catarina Miranda surge após pedido de Afonso Leitão
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  • A investigação do NOW, em especial a segunda parte do Repórter Sábado exibida a 1 de março, mostra que vários influenciadores promovem casinos online ilegais a troco de somas milionárias.
  • Catarina Miranda, ex-concorrente de reality show, afirma que faz quinze publicidades por mês e que as plataformas são legais, dizendo que milhares de influenciadores em Portugal atuam da mesma forma.
  • A artista acrescenta que a decisão de jogar cabe a cada utilizador e garante não ter recebido relatos de seguidores endividados por causa do jogo.
  • Além dela, são mencionados Liliana Oliveira e Fábio Pereira, ex-concorrentes da Casa dos Segredos, com Rodrigo Coutinho a denunciar o padrão: fama repentina e promoção de casinos ilegais no Instagram logo após deixar o programa.
  • Segundo a reportagem, as queixas-crime ao Ministério Público foram apresentadas pela Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO), incluindo Liliana Oliveira e Fábio Pereira.

A reportagem do NOW sobre publicidade a casinos online ilegais continua a ganhar proporções nacionais. A segunda parte do estudo, emitida a 1 de março, revela que influenciadores digitais e ex-concorrentes de reality shows promovem plataformas de jogo ilegal a troco de valores elevados. O foco é o ciclo de conteúdos partilhados nas redes.

A peça apura que várias figuras de notoriedade pública portuguesas estiveram associadas a promoções de casinos não autorizados. Entre os nomes mencionados estão Catarina Miranda, Liliana Oliveira e Fábio Pereira, ex-concorrentes da Casa dos Segredos 9. A investigação aponta para padrões de promoção repetida logo após a passagem pelo programa.

Catarina Miranda respondeu aos inquéritos com declarações à reportagem, mantendo a legalidade das plataformas associadas aos anúncios. A participante afirma publicar centenas de conteúdos mensais e sustenta que milhares de influencers em Portugal atuam da mesma forma, sem ter registado problemas legais até ao momento.

O repórter Rodrigo Coutinho explica que o fenómeno envolve o rápido aumento da exposição mediática de quem ganha seguidores em reality shows. Segundo ele, muitos promovem casinos ilegais pouco tempo após a saída de programas de televisão. Liliana Oliveira e Fábio Pereira são já visados por queixas-crime apresentadas pela APAJO.

Conforme a reportagem, as queixas-crime serão dirigidas ao Ministério Público, com base em alegadas práticas de promoção de casas de apostas não autorizadas. A APAJO sustenta que o fenómeno corresponde a uma linha de atuação reiterada por personagens mediáticas, gerando preocupações no setor regulatório.

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