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Autarcas pedem levar encerramento das urgências Vila Franca de Xira ao Parlamento

Cinco municípios entregam carta à ministra da Saúde e petição à Assembleia contra o encerramento das urgências obstétricas do hospital de Vila Franca de Xira

Autarcas assinaram petição que visa forçar a discussão sobre o encerramento das urgências no Parlamento
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  • Cinco autarcas dos municípios servidos pelo Hospital de Vila Franca de Xira vão enviar uma carta à ministra da Saúde a manifestar repúdio pelo possível encerramento definitivo das urgências obstétricas da unidade.
  • Paralelamente, foi lançada uma petição para levar o tema à Assembleia da República, com participação de juntas de freguesia e comissões de utentes.
  • O presidente da Câmara de Vila Franca de Xira considerou a notícia de maior gravidade, destacando que a área de influência da unidade abrange cerca de 250 mil pessoas.
  • O encerramento tornaria a deslocação para outra unidade hospitalar muito complicada, sobretudo para concelhos fora da Área Metropolitana de Lisboa, enquanto as estradas já enfrentam condicionamentos devido às intempéries.
  • O hospital foi inaugurado em 2013 para servir cerca de 250 mil habitantes e funcionou em parceria público-privada com o Grupo Mello Saúde até 2021, passando depois a modelo de entidade pública empresarial.

O hospital de Vila Franca de Xira poderá enfrentar o encerramento definitivo das urgências obstétricas. Cinco autarcas dos municípios servidos pela unidade vão enviar uma carta à ministra da Saúde manifestando repúdio à medida, caso se confirme.

Fernando Paulo Ferreira, presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, considerou o cenário de gravidade elevada. Os municípios de Vila Franca de Xira, Azambuja, Alenquer, Arruda dos Vinhos e Benavente dizem ter ficado surpreendidos pela notícia.

A quanto parou, a posição dos autarcas surge no âmbito de uma reação a uma possível decisão que afetaria cerca de 250 mil habitantes da região, compaginando dificuldades logísticas para deslocações a outros hospitais.

Manifestação e próximos passos

Além da carta, foi lançada uma petição para levar o tema à Assembleia da República. Juntas de freguesia e comissões de utentes também participam, com um pedido de audiência ainda sem resposta.

O hospital, inaugurado em 2013, serve os cinco concelhos mencionados e já passou por mudanças estruturais, incluindo a transição de um modelo de parceria público-privada para entidade pública empresarial em 2021.

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