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Associações da GNR pedem reunião urgente com novo ministro sobre cortes no cálculo da pensão

Associações da GNR pedem reunião urgente com o ministro da Administração Interna, Luís Neves, para debater cortes na pensão que reduzem a 60-70% da média, com quedas de até 30%

GNR
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  • Quatro associações da GNR pedem reunião urgente com o novo ministro da Administração Interna, Luís Neves, para discutir os cortes no cálculo da pensão de reforma, solicitando atendimento na próxima semana.
  • As entidades — Associação Nacional de Oficiais da GNR (ANOG), Associação Nacional dos Sargentos da Guarda (ANSG), Associação dos Profissionais da Guarda (APG) e Associação Socioprofissional Independente da Guarda (ASPIG) — alegam “enorme descontentamento” entre os militares.
  • As novas regras reduzem a pensão de 90% do último vencimento para entre 60% e 70% da média da carreira contributiva, com cortes que podem chegar a 30%, consoante a data de inscrição na Caixa Geral de Aposentações (CGA).
  • O chumbo, pelo Parlamento, de iniciativas que visavam reposição de 90% da pensão para forças armadas e de segurança é visto como desrespeito e como empurrar os militares para o regime geral da Segurança Social.
  • As associações defendem formas de protesto e estudam concentrações em Lisboa junto do Ministério da Administração Interna ou da Assembleia da República, caso não haja resposta à reunião solicitada.

As quatro associações mais representativas da GNR solicitaram ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, uma reunião urgente para a próxima semana. O foco é o novo regime de cálculo da pensão de reforma que tem gerado descontentamento entre os militares.

As organizações afirmam que o drama financeiro atinge todos os escalões da GNR, defendendo que a mudança prejudica a qualidade de vida dos veteranos. O objetivo é obter respostas rápidas e clarificações sobre o processo de aplicação da nova regra.

A reunião surge depois de a Assembleia da República rejeitar, na sexta-feira, iniciativas de Chega e PCP que buscavam repor a pensão a 90% do último vencimento. Segundo as associações, a decisão evidencia um desentendimento político sobre a reforma.

A GNR enfrenta uma redução do valor da pensão, que passa de 90% para 60% a 70% da média da carreira contributiva, com cortes potenciais de até 30%, dependendo da data de inscrição na CGA. As quatro entidades citam injustiças persistentes.

Contexto e Desdobramentos

As associações ANOG, ANSG, APG e ASPIG defendem preocupação com a prestação, afirmando que o regime atual afeta a integridade da condição militar. O descontentamento é descrito como “enorme” entre as fileiras da GNR.

Entretanto, os membros apontam que a solução passa por uma melhoria no enquadramento laboral específico, em vez de uma integração plena no regime geral da Segurança Social, mantendo as especificidades da carreira.

Quase ao mesmo tempo, pondera-se a realização de protestos públicos caso as negociações com o novo ministro falhem. Entre as opções citadas estão concentrações junto aos órgãos centrais do poder, incluindo Lisboa e o Ministério da Administração Interna.

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