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1,6 milhões de utentes sem médico de família

Número de utentes sem médico de família ultrapassa 1,6 milhões em janeiro, refletindo maior procura no SNS e imigração, com taxa estável em 14,9%

Utentes sem médico de família
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  • Em janeiro, o total de utentes inscritos nos cuidados de saúde primários foi de 10.746.324, mais 231.404 face a janeiro de 2025, com 1.563.710 utentes sem médico de família.
  • O aumento deve-se principalmente à imigração, já que o saldo natural do último ano foi negativo (-34.244).
  • A percentagem de utentes sem médico manteve-se estável, passando de 14,88% para 14,9%.
  • Houve mais utentes com médico atribuído: +196.882, passando de 8.936.815 para 9.133.697 em janeiro.
  • Por regiões, o Centro registou a maior recuperação (menos utentes sem médico), enquanto Lisboa e Vale do Tejo ganhou 125 mil inscritos, situando-se com 62 mil utentes sem médico (30 em cada 100 residentes).

Em janeiro, o SNS voltou a registar mais de 1,6 milhões de utentes sem médico de família atribuído. Os dados, disponíveis no Portal da Transparência do SNS, indicam 10.746.324 inscritos nos cuidados de saúde primários, mais 231.404 face a janeiro de 2025.

A subida deve-se principalmente à imigração, já que o saldo natural do país foi negativo no último ano. Entre 2024 e 2025 houve mais óbitos que nascimentos, explicando parte do aumento de inscritos.

Apesar do registo de mais utentes sem médico, a percentagem permanece estável, em 14,9%. Contas mostram ainda que há 196.882 utentes com médico atribuído a mais, totalizando 9,133,697 em janeiro.

Regiões com maior recuperação e desafios

A recuperação de médicos de família é mais expressiva no Centro, com menos utentes sem médico face a 2025. Lisboa e Vale do Tejo aumentou o números de inscritos sem médico, situando-se em sobre 600 mil utentes nesta condição.

Em janeiro, o total de consultas nos cuidados de saúde primários aproximou-se dos 3 milhões, com 2,98 milhões de consultas. Quase 1,6 milhões foram presenciais e 1,36 milhões não presenciais.

Utilização por região e impacto

A taxa de utilização de utentes que tiveram consulta varia entre 16,3% (Lisboa e Vale do Tejo) e 24,6% (Norte). O total de utentes que realizou uma consulta foi de 2,23 milhões, refletindo diferenças regionais no acesso e na procura por cuidados.

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