- O Qatar afirma ter interceptado várias vagas de mísseis e drones iranianos durante o segundo dia de escalada após os ataques dos EUA ao Irão.
- Dois mísseis atingiram a base aérea de Al Udeid e um drone visou um sistema de radar de alerta precoce; não houve vítimas.
- Um pequeno incêndio na zona industrial de Doha, causado pela queda de detritos, foi rapidamente controlado e não houve feridos.
- Autoridades dos ministérios da Defesa, Interior e Negócios Estrangeiros descrevem o ataque como violação da soberania e dizem que o Qatar pode responder; apelam à vigilância dos residentes.
- O espaço aéreo do Qatar permanece encerrado e deve reabrir assim que as condições permitirem.
O Qatar afirma ter interceptado várias vagas de mísseis e drones iranianos no segundo dia de escalada após os ataques dos EUA ao Irão. A ação ocorreu no território qatariense, incluindo Doha, com as autoridades a sublinharem que as defesas funcionaram como previsto.
Um pequeno incêndio em Doha, causado pela queda de detritos de uma interceção de míssil, foi rapidamente dominado pela Defesa Civil. Segundo o Ministério do Interior, não houve feridos na área industrial afetada.
Numa conferência conjunta, os ministérios da Defesa, do Interior e dos Negócios Estrangeiros indicaram que os sistemas de segurança reagiram a uma grande quantidade de alvos lançados do Irão. Dois mísseis atingiram a base aérea de Al Udeid e um drone visou um radar de alerta precoce, sem vítimas, segundo as autoridades.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros considerou o ataque uma violação da soberania do Qatar e afirmou que o Estado reserva-se o direito de responder. Adicionalmente, foi alertado o público para manter vigilância e seguir as instruções oficiais de segurança.
Os responsáveis reiteraram que o espaço aéreo do Qatar permanece encerrado, com a abertura prevista apenas quando as condições permitirem. As autoridades pedem responsabilidade na partilha de informações para evitar confusões.
Intervenção das autoridades e instruções à população
As autoridades destacaram a obrigação de evitar fotografar ou partilhar imagens de zonas de ataques, para evitar riscos legais. A comunicação foi reforçada para confirmar apenas informações oficiais.
Entre na conversa da comunidade