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Presidente do Irão reaparece, organiza sucessão e promete vingança

Após a morte de Ali Khamenei, o Irão cria um Conselho de Liderança Interina para governar até à escolha do sucessor, em meio a retaliação anunciada

O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, aqui numa foto de arquivo, veio dizer em comunicado que a vingança é um "direito legítimo"
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  • O Presidente Masoud Pezeshkian reapareceu em Teerão após ter sido alvo do ataque, afirmando que a vingança é um direito legítimo e descrevendo o ataque como uma declaração de guerra.
  • Foi criada uma comissão chamada Conselho de Liderança Interina, que ficará no poder até a escolha de um sucessor por meio da Assembleia dos Peritos.
  • Além de Pezeshkian, integram o conselho o ayatollah Alireza Arafi e o chefe do Judiciário, Gholam-Hossein Mohseni-Ejei; não foi definido um prazo para o processo de sucessão.
  • A cúpula militar iraniana foi dizimada numa reunião presencial em Teerão durante o ataque, tendo morrido o chefe da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, o conselheiro de Defesa Ali Shamkhani, o ministro Aziz Nasirzadeh e o chefe do Estado-Maior Abdolrahim Mousavi; Israel afirma ter causado cerca de quarenta mortes entre militares e cientistas nucleares.
  • Teerão decretou luto oficial de quarenta dias; houve repressão de protestos internos e surgiram imagens de populações a lamentar o “mártir Khamenei”; o regime anunciou a nomeação de um novo chefe da Guarda Revolucionária, Ahmed Vahidi, cujo historial inclui um mandado de prisão internacional.

O Irão viveu um dia de novos contornos institucionais após o ataque dos EUA e de Israel que mirou o país. O presidente Masoud Pezeshkian reapareceu após ter sido visado, anunciando que a retaliação é um dever. Ao mesmo tempo, formou-se um Conselho de Liderança Interina para governar até à escolha de um sucessor de Ali Khamenei.

O Conselho é composto por três membros: Masoud Pezeshkian, Alireza Arafi e Gholam-Hossein Mohseni-Ejei. Não há prazo definido para a nomeação do novo Guia Supremo nem para a eleição na Assembleia dos Peritos, de 88 membros, que deverá indicar o sucessor.

No ataque de sábado, a cúpula militar iraniana foi dizimada durante uma reunião em Teerão. Foram confirmadas as mortes de Mohammad Pakpour, Ali Shamkhani, Aziz Nasirzadeh e Abdolrahim Mousavi, entre outros. A imprensa estatal manteve o foco na necessidade de resposta, sem detalhar planos.

A administração iraniana confirmou o surgimento do novo chefe da Guarda da Revolução, numa tentativa de manter a coesão frente à pressão externa. Autoridades estrangeiras estimam que o evento intensifica o ambiente de instabilidade regional.

Já do lado interno, as autoridades decretaram luto oficial de 40 dias. As mesquitas exibem a bandeira vermelha, símbolo de vingança no xiismo, em sinal de luto pelo que o regime descreve como martírios. Protestos recentes foram contidos pela força.

Especulações sobre o futuro poder no Irão persistem. Analistas apontam que o processo de sucessão é opaco e envolve o>

idados de facções religiosas conservadoras. Surgem nomes para suceder Khamenei, mas não há confirmação oficial de quem será indicado pela Assembleia dos Peritos.

O país tenta manter a imagem de unidade perante uma crise que inclui pressão internacional e um agravamento potencial do conflito regional. Informações oficiais destacam a continuidade do aparelho estatal, sem entrar em pormenores sobre prazos.

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