- Pescadores aguardam, finalmente, o fim do limite de indonésios na pesca artesanal.
- Na prática, os indonésios já representam 75% dos tripulantes a bordo, segundo a associação.
- O presidente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar, João Leite, diz que já ouve promessas há anos e espera que a situação se resolva.
- Carlos Cruz admite que, na pesca artesanal, 80% das embarcações não estão legais.
- Em muitos barcos, há um português e sete ou oito indonésios a bordo devido à falta de mão de obra.
Pescadores aguardam há anos o fim do limite de tripulantes indonésios na pesca artesanal, numa tentativa de regularizar a demografia a bordo. A expectativa é que a solução seja progressiva e efetiva, conforme discutido entre entidades ligadas ao setor.
João Leite, presidente da Associação Pró-Mior Segurança dos Homens do Mar, diz ter apenas acompanhado o tema pelas notícias e espera que a questão seja finalmente resolvida. A practicalidade da medida tem impacto direto nas operações diárias de muitas frotas.
Carlos Cruz indica que 80% das embarcações na pesca artesanal não operam dentro da legalidade, em grande parte pela dificuldade de encontrar mão de obra qualificada. Como consequência, alguns barcos têm apenas um p солто português e sete ou oito tripulantes indonésios a bordo.
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