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Penafiel inaugura memorial em honra às vítimas da tragédia de Entre-os-Rios

Penafiel inaugura memorial em Entre-os-Rios para homenagear as vítimas de 2001 e reconhecer o papel dos profissionais de socorro

Memorial em Penafiel homenageia vítimas da tragédia de Entre-os-Rios
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  • Penafiel vai inaugurar, nesta quarta-feira, um memorial em Entre-os-Rios para homenagear as 59 vítimas da tragédia da ponte Hintze Ribeiro, 25 anos depois.
  • O presidente da Câmara de Penafiel, Pedro Cepeda, disse que o memorial pretende valorizar também as vítimas do lado de Penafiel e reconhecer os profissionais de socorro.
  • O monumento, desenhado por um arquiteto da autarquia, terá uma placa com as entidades envolvidas nas operações de socorro, incluindo Marinha, Guarda Nacional Republicana, bombeiros, Exército e Instituto Nacional de Emergência Médica.
  • Cepeda afirmou que o memorial não é concorrencial com o Anjo de Portugal, e visa apenas melhorar a visibilidade da escultura na outra margem do Douro.
  • A ponte colapsou na noite de quatro de março de 2001, não houve sobreviventes, e em Castelo de Paiva já existe o monumento Anjo de Portugal com os nomes das 59 vítimas.

O município de Penafiel vai inaugurar, na quarta-feira, um memorial em Entre-os-Rios para homenagear as vítimas da tragédia da ponte Hintze Ribeiro, ocorrida a 4 de março de 2001. Um total de 59 pessoas perdeu a vida nessa noite, numa queda de ponte para o Douro. Entre as vítimas estavam 54 residentes em Castelo de Paiva, duas em Gondomar, duas em Cinfães e uma em Penafiel.

A iniciativa está a cargo da Câmara Municipal de Penafiel, presidida por Pedro Cepeda. O autarca destaca que o memorial visa valorizar também as vítimas do próprio concelho de Penafiel, lembrando o impacto da tragédia no território. Cepeda assume o seu primeiro mandato à frente da autarquia.

O monumento, criado por um arquiteto da autarquia, contará com uma placa que lista as entidades envolvidas nas operações de socorro e resgate, incluindo a Marinha, a Guarda Nacional Republicana, os bombeiros, as forças armadas e o Instituto Nacional de Emergência Médica. A obra é apresentada como uma peça de memória coletiva.

Cepeda sublinha que o memorial não compete com o Anjo de Portugal, a escultura instalada em Castelo de Paiva. A peça penafidelense pretende, sobretudo, melhorar a visibilidade da estátua situada na outra margem do Douro, proporcionado pela localização do memorial.

O cenário da tragédia ficou marcado pela queda da Ponte Hintze Ribeiro, que ligava Entre-os-Rios (Penafiel) a Castelo de Paiva. O autocarro com 53 passageiros e três automóveis com seis ocupantes entraram nas águas do Douro e não houve sobreviventes. O esplendor de Castelo de Paiva já tem, desde 2003, o monumento “Anjo de Portugal”, com os nomes das 59 vítimas.

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