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Marinheiros acusados de insubordinação tentam impedir venda de navio

Marinheiros acusados de insubordinação requerem travar venda do NRP Mondego à República Dominicana, alegando perícia independente para provar inocência.

Em 11 de março, o NRP Mondego falhou uma missão de acompanhamento de um navio russo a norte da ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira
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  • Treze marinheiros acusados de insubordinação desobedeceram uma missão no NRP Mondego e apresentaram requerimento ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.
  • O objetivo é travar a venda do navio de guerra à República Dominicana, que estará a ser vendida por seis milhões de euros.
  • Alegam que a embarcação ainda não passou por uma peritagem independente, que, na visão deles, demonstraria que o Mondego não reunia condições de segurança para o mar.
  • Sustentam a inocência com base nessa avaliação pendente.
  • A decisão sobre a venda está a ser discutida no âmbito do processo envolvendo os 13 marinheiros.

13 marinheiros acusados de insubordinação apresentaram um requerimento ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa para travar a venda do NRP Mondego à República Dominicana. Alegam que a embarcação ainda não foi sujeita a uma peritagem independente que comprove a segurança da operação.

O Mondego foi adquirido pela República Dominicana por seis milhões de euros. Os militares defendem que a documentação ainda não confirma as condições de navegabilidade, o que, na sua perspetiva, poderia indicar ausência de base para a acusação de desobediência.

Os agentes envolvidos no caso desrespeitaram uma missão prevista a bordo do navio. O requerimento visa preservar provas relevantes para o processo, que envolve o crime de insubordinação e as circunstâncias da recusa em cumprir a missão.

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