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Estrelas de reality aplaudem reportagem sobre casinos ilegais do NOW e pedem punição

Investigação do NOW expõe influenciadores a promover casinos ilegais; Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) já apresentou vinte queixas este ano

Márcia Soares
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  • A reportagem do NOW, apresentada no programa Repórter Sábado e assinada por Cláudia Rosenbusch, denuncia influenciadores e ex-concorrentes de reality shows que promovem casinos online ilegais.
  • A primeira parte foi emitida a 28 de fevereiro e já gerou respostas públicas de figuras conhecidas, solicitando punição para quem faz este tipo de publicidade.
  • A investigação revela propostas de promoção com valores elevados: Rodrigo Coutinho terá recebidos entre 500 e 1.000 euros por uma story e até 20 mil euros por dois meses de vídeos; Kiko is Hot terá recebido 2.500 euros por uma story.
  • Várias vozes de ex-participantes e comentadores mostraram apoio à reportagem e pediram ação contra estas práticas, como Luís Gonçalves e Márcia Soares.
  • A Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) já apresentou vinte queixas contra influencers por promoção de sites ilegais desde o início do ano, e em 2024 já tinham sido apresentadas dezessete queixas-crime contra figuras públicas, incluindo Fanny Rodrigues, Bernardina Brito e Bruno Savate.

A investigação do NOW, apresentada pelo programa Repórter Sábado e assinada por Cláudia Rosenbusch, está a gerar reverberações nas redes sociais. A reportagem, difundida a 28 de fevereiro, expõe influenciadores e ex-concorrentes de reality shows que promovem casinos online ilegais, mediante pagamentos elevados.

A peça aponta que estas promoçãoes são feitas com riqueza de detalhes nas redes sociais, envolvendo referências de várias figuras públicas. Entre os visados estão nomes conhecidos do público, que podem estar a facilitar a promoção de sites de apostas ilegais.

A agência destacou que, segundo a investigação, a comissão de promoção paga valores elevados por cada publicação, com pagamentos que podem chegar a milhares de euros por campanha. A matéria também indica a existência de propostas para conteúdos de vários meses.

Reações públicas

Figuras associadas a reality shows já reagiram nas redes. Vários ex-participantes criticaram quem aceita este tipo de campanhas, defendendo padrões éticos e a não promoção de apostas ilegais. A discussão sobre o tema tornou-se tendência nas redes.

Entre os comentadores, surgiram mensagens a exigir responsabilidade e sanção para quem promove publicidade de casinos não autorizados. A resposta pública incluiu apelos à justiça e à responsabilização de quem apoia estas ações.

Ações de entidades reguladoras

A Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) já apresentou queixas contra influencers por promoção de sites de apostas ilegais. Em 2024, a APAJO tinha apresentado uma listagem de 17 figuras públicas e criadores de conteúdo, incluindo nomes referidos na reportagem recente.

Desde o início de 2026, a APAJO já apresentou 20 queixas contra influenciadores por promoção de casinos ilegais, reforçando a atuação para identificar e punir este tipo de conteúdo. A reportagem continua a gerar debate e pedidos de responsabilização.

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