- As primeiras urgências regionais de obstetrícia começam em março e o modelo vai ser alargado a ortopedia e cirurgia geral.
- O anúncio foi feito pela ministra da Saúde no Parlamento, na passada terça-feira.
- Médicos e sindicatos alertam para o aumento do risco para os doentes com este modelo.
- Apontam ainda para a possibilidade de perda irreversível de serviços.
- Alega-se que pode ocorrer desclassificação de urgências que perdem valências obrigatórias.
A ministra da Saúde apresentou, no Parlamento, o avanço das primeiras urgências regionais de obstetrícia para março. O modelo será alargado a ortopedia e cirurgia geral após esse marco.
Segundo o anúncio, o funcionamento das urgências regionais de obstetrícia começa já em março. A previsão é expandir o modelo para outras especialidades em fases futuras, mantendo valências específicas para cada área.
Os sindicatos médicos já reagiram. Afirmam que o novo formato aumenta riscos para os doentes e pode levar à perda irreversível de serviços. Também apontam para a possibilidade de desclassificação de algumas urgências sem valências obrigatórias.
Entre as preocupações destacadas está a distância entre serviços, o tempo de resposta e a capacidade de atendimento em situações críticas. Advertem que alterações podem comprometer a qualidade do atendimento de urgência.
Através destes avisos, os profissionais pedem clarificação sobre critérios de implementação, financiamento e monitorização do impacto nas pessoas que recorrem a urgências. Mantêm a exigência de preservar valências essenciais.
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