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Ti Chitas, ópera para salvar uma voz

Ti Chitas homenageia Catarina Sargenta e investiga a voz singular do adufe no Centro Cultural de Belém

Patrícia Modesto, soprano, e António Lourenço Menezes, contratenor, assumem a dianteira deste espectáculo em que a a voz, uma voz singular, é protagonista
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  • Ti Chitas, A voz que é uma montanha, está em cena no Centro Cultural de Belém, apresentando uma leitura multifacetada sobre Catarina Sargenta, conhecida como Ti Chitas.
  • Catarina Sargenta (1913-2003) nasceu em Penha Garcia, Idanha-a-Nova, e foi pastora, agricultora, padeira, costureira e tecedeira; é figura importante na etnomusicologia pela sua voz e pelo adufe.
  • O espetáculo questiona se é uma homenagem à adufeira, um ensaio sobre a voz, um resgate ou tudo ao mesmo tempo, explorando a singularidade da sua voz.
  • A apresentação é protagonizada pela soprano Patrícia Modesto e pelo contratenor António Lourenço Menezes, com a voz como elemento central.
  • O projeto destaca a relação entre a voz de Ti Chitas e a tradição musical, trazendo à tona uma figura ainda pouco conhecida do panorama cultural.

Ti Chitas, A voz que é uma montanha é uma ópera apresentada no Centro Cultural de Belém. A produção junta música, memória e reinvento, em torno da figura da adufeira Catarina Sargenta. A encenação aborda a voz como elemento central da narrativa.

Catarina Sargenta (1913-2003) ficou conhecida como Ti Chitas. Natural de Penha Garcia, Idanha-a-Nova, foi pastor, agricultora, padeira, costureira e tecedeira. Ao longo da vida, a sua voz e o seu adufe ganharam reconhecimento na etnomusicologia.

Patrícia Modesto, soprano, e António Lourenço Menezes, contratenor, lideram o espetáculo. A dupla dá corpo à ideia de que a voz de Sargenta é o eixo da obra, numa exploração que cruza memória regional e prática vocal contemporânea.

A produção assume uma leitura ensaística sobre a voz, ao mesmo tempo em que celebra a herança musical de uma mulher que marcou a cultura local. A encenação combina tradição e abordagem contemporânea para revelar a singularidade vocal.

O Centro Cultural de Belém é o palco escolhido para este projeto, que mistura arquivo sonoro, interpretação ao vivo e direcção artística. A peça propõe uma reflexão sobre identidade e recuperação cultural através da voz.

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