- O Tribunal de Braga vai julgar quatro pessoas e uma empresa envolvidas num alegado esquema de venda de dois imóveis em Paços de Ferreira, em 2018.
- Os suspeitos teriam obtido vantagens ilícitas no valor de 211 mil euros com as transações.
- O principal arguido é Bruno de Sousa, 47 anos, natural de Freamunde e atualmente preso em Coimbra, acusado de sete crimes.
- Entre as acusações estão burla qualificada, falsificação de documentos na forma simples e agravada, falsidade informática, corrupção ativa e branqueamento de capitais.
O Tribunal de Braga vai julgar quatro pessoas e uma empresa acusadas de um esquema fraudulento na venda de dois imóveis em 2018, em Paços de Ferreira. Os arguidos alegadamente obtiveram vantagens ilícitas no valor de 211 mil euros. O julgamento foi confirmado pela instituição.
O principal arguido é Bruno de Sousa, 47 anos, natural de Freamunde, atualmente preso em Coimbra. Enfrenta sete crimes, entre burla qualificada, falsificação de documentos na forma simples e agravada, falsidade informática, corrupção ativa e branqueamento de capitais.
A acusação aponta que os envolvidos operaram de forma coordenada para vender imóveis que não lhes pertenciam, beneficiando-se financeiramente com o esquema. O caso remonta a 2018, com tramitações no território de Paços de Ferreira e encenadas sob a Justiça do Tribunal de Braga.
Envolvidos e contexto
A investigação envolve ainda três restantes arguidos, bem como uma empresa ligada ao negócio. Os próximos passos processuais devem esclarecer o papel de cada um e a natureza das transações realizadas.
As autoridades não detalham, no momento, se houve vítimas diretas ou se houve outras consequências legais para terceiros. O processo está a avançar no tribunal e aguarda diligências adicionais.
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