- A GNR, através da Unidade de Ação Fiscal, realizou a operação Néon, apreendendo tabaco, noz de areca (mais de oito quilogramas) e material de jogo ilegal.
- Foram fiscalizados 247 veículos e 67 estabelecimentos, com 59 autos de contraordenação emitidos.
- Entre as infrações, destacam-se 34 por Regime de Bens em Circulação, 10 por Imposto sobre o Tabaco, 8 por Imposto sobre Álcool e Bebidas Alcoólicas/Açucaradas, 3 pela Lei do Jogo e 1 pela Lei da Droga.
- Durante a operação foram apreendidos 4.940 gramas de tabaco de mascar, 2.817 gramas de tabaco de uso oral, 380,8 ml de cigarros eletrónicos, 360 cigarros, 8.200 gramas de noz areca, 145 euros em numerário e cinco máquinas de jogo.
- Participaram 70 militares dos Destacamentos de Ação Fiscal do Porto, Coimbra, Lisboa, Évora e Faro, e a UAF pretende continuar a ação para combater fraudes e evasão fiscal associadas a impostos especiais de consumo.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) levou a cabo uma operação nacional de fiscalização de produtos sujeitos a impostos especiais de consumo, com foco na detecção de comércio ilícito. No âmbito da operação Néon, foram apreendidos tabaco, noz de areca e material de jogo ilegal, juntamente com infrações associadas a diversos impostos.
A ação envolveu a Unidade de Ação Fiscal (UAF) e 70 militares dos Destacamentos de Ação Fiscal do Porto, Coimbra, Lisboa, Évora e Faro. Foram fiscalizados 247 veículos e 67 estabelecimentos comerciais, com 59 autos de contraordenação emitidos.
Operação Néon
Entre os itens apreendidos destacam-se 4940 gramas de tabaco de mascar, 2817 gramas de tabaco de uso oral, 380,8 ml de cigarros eletrónicos, 360 cigarros, 8200 gramas de noz de areca, 145 euros em numerário e cinco máquinas de jogo.
A GNR indicou que as ações incidiram sobre estabelecimentos com potencial para comercializar produtos sujeitos a consumo especial, bem como sobre vias de transporte de mercadorias nos principais eixos rodoviários e nos acessos a locais de comercialização, armazenamento e produção. A nota acrescenta que as diligências visam combater a economia paralela e a fraude fiscal associada a este tipo de bens.
A força policial reforçou que a Unidade de Ação Fiscal continuará a desenvolver a sua missão, atuando de forma preventiva e repressiva contra ilícitos que afetem os regimes de impostos especiais de consumo.
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