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Destinos europeus para uma escapadinha sem carro

Liubliana destaca-se pela maior zona sem carros da União Europeia, com 20 hectares, abrindo caminho a escapadinhas pedonais

Liubliana, Eslovénia
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  • Liubliana, Eslovénia: zona sem carros abrange 20 hectares, a maior da União Europeia; é possível caminhar ou andar de bicicleta entre cafés, museus e a Câmara Municipal.
  • Giethoorn, Países Baixos: sem carros, moradores movem-se pelos canais a pé ou de bicicleta; visita pode ser de dia, com opção de pernoita e aluguer de barco após as 16h; Dwarsgracht fica ao lado e recebe menos visitantes.
  • Civita di Bagnoregio, Itália: vila no topo de uma colina só tem acesso por ponte pedonal íngreme; entrada custa 3 € em dias úteis e 5 € ao fim de semana, dinheiro para preservação.
  • Hydra, Grécia: ilha praticamente sem veículos com rodas; para conhecer outras zonas, é necessário táxi aquático.
  • Zermatt, Suíça: aldeia alpina sem carros para preservar a vista do Matterhorn; apenas táxis e autocarros elétricos circulam; quem vem de carro fica em Täsch e vai de comboio até à vila.

A Europa oferece destinos onde o carro pode ficar em casa. Vilas de montanha acolhedoras, cidades alongadas por canais e ilhas onde o trânsito não entra. O objetivo: explorar a pé, de bicicleta ou de barco, mantendo o silêncio e a tranquilidade.

Algumas localidades ganharam fama por proibirem veículos com rodas. Em Liubliana, a maior zona pedonal sem carros da UE soma 20 hectares. Em Giethoorn, os canais substituem estradas, com cerca de 2 mil habitantes a usar barcos, a pé ou de bicicleta.

Liubliana, Eslovénia

A zona sem carros de Liubliana vai muito além do centro histórico. Abrange 20 hectares para andar de bicicleta entre cafés, museus e a Câmara Municipal. O sistema de transportes urbano funciona com elétrico para ligar os pontos de interesse.

Giethoorn, Países Baixos

Conhecido como a Veneza holandesa, o povoamento dispensa automóveis. Localizada a cerca de duas horas de Amesterdão, utiliza canais para deslocação, com muita gente a optar por visitas de dia único.

Civita di Bagnoregio, Itália

No alto de uma colina sobre o vale do Tibre, Civita di Bagnoregio atrai-se pela localização e pela arquitetura medieval. A entrada custa 3 € em dias úteis e 5 € ao fim de semana, financiando a preservação da vila erodida.

Hydra, Grécia

A ilha grega evita veículos com rodas; para além de bicicletas e motas estarem proibidas, o acesso às zonas altas exige caminhar ou utilizar táxi marítimo. A vila concentra-se no porto, com ruas íngremes entre sebes de pedra.

La Graciosa, Ilhas Canárias

A apenas 25 minutos de ferry de Lanzarote, La Graciosa é um refúgio sem estradas asfaltadas. Os táxis 4×4 são raros e limitados, e as praias isoladas são alcançadas a pé ou de bicicleta.

Sark, Ilhas do Canal

Nesta ilha, apenas tratores, bicicletas e carroças puxadas por cavalos são autorizados. São trilhos pedonais que atravessam baías e piscinas naturais, com céu noturno sem poluição luminosa desde 2011.

Zermatt, Suíça

A aldeia alpina mantém o cenário do Matterhorn com proibição de carros não elétricos. O acesso é feito a partir de Täsch, de comboio, enquanto a vila pode ser percorrida a pé ou de bicicleta. Também há passeios de charrete disponíveis.

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