- Em 2024, o volume de água tratada não faturada atingiu 224 milhões de metros cúbicos nos serviços de abastecimento de água em baixa.
- Cerca de 75% dessa água não faturada teve origem em perdas reais (desperdício efetivo).
- Tabuaço, Mourão e Castelo de Paiva aparecem entre os municípios com maior desperdício, registando mais de 70% de água perdida.
- A média nacional de água não faturada situa-se em 26,5%.
- A água não faturada inclui perdas reais, avarias, fraudes, faturas por pagar e água consumida pelo universo municipal.
O volume de água tratada não faturada em Portugal, em 2024, atingiu 224 milhões de metros cúbicos nos serviços de abastecimento de água em baixa. Destas perdas, cerca de 75% correspondem a perdas reais.
Entre os municípios com maior desperdício, destacam-se Tabuaço, Mourão e Castelo de Paiva, onde mais de 70% da água foi perdida ao longo do ano. A média nacional situa-se em 26,5% de água não faturada.
A água não faturada resulta de perdas reais, avarias, fraudes, faturas por pagar e do consumo de água pelo universo municipal. O relatório evidencia que grande parte das perdas ocorreu em redes de distribuição e em avarias de equipamentos.
Perspetiva nacional
Em termos globais, o volume de água tratada não faturada representa uma parcela relevante da água consumida. O estudo detalha que a maior parte das perdas no país decorre de fatores operacionais e de gestão da rede de abastecimento.
Análise por região
As regiões com maior incidência de água não faturada não aparecem uniformemente distribuídas, revelando fusos de desperdício variáveis entre concelhos. O relatório recomenda ações de melhoria em redes, manutenção e controlo técnico para reduzir perdas reais.
Entre na conversa da comunidade