- Chuva regressa a Portugal continental esta semana, com sistemas frontais e potencial gota fria, mantendo-se previsivelmente até domingo, 8 de março; regime de precipitação pode ser curto e nem sempre intenso.
- O IPMA não exclui novas cheias, dado que inundações podem ocorrer mesmo com chuva de curta duração; a localização exata de cheias é difícil de prever e pode haver maior impacto em zonas já fragilizadas pelo temporal.
- Madeira tem aviso amarelo devido ao vento forte, válido das 12h de segunda-feira até às 14h de terça-feira, com rajadas até 95 km/h.
- Mondego continua como a única bacia abaixo de 80% de armazenamento, em 76%; restantes bacias acima de 80%, com Ribeiras do Barlavento no Algarve em 101%.
- As temperaturas devem ficar inferiores às registadas no dia 26 de fevereiro.
O tempo volta a impor-se em Portugal a partir desta segunda-feira, com chuva associada a sistemas frontais ou depressões regionais, incluindo a possibilidade de uma gota fria sobre o território. A chuva deverá manter-se até ao domingo, 8 de março, afectando o continente.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) indica que o regime de precipitação será mais curto do que no fim de janeiro e fevereiro, quando houve precipitação contínua integrada em massas de ar muito húmidas. A intensidade pode variar conforme as condições.
Além disso, o IPMA não exclui novas cheias, mesmo com precipitação de curta duração. Cheias de rios dependem de vários fatores e a localização exata é difícil de prever. Vento mais intenso pode potenciar impactos nas zonas já fragilizadas pelas tempestades anteriores.
Madeira em aviso amarelo
O arquipélago da Madeira aparece em aviso amarelo devido ao vento intenso. O alerta inicia hoje às 12h00 e estende-se até às 14h00 de terça-feira. Prevêem-se rajadas de vento do quadrante norte, até 95 km/h.
Mondego é a única bacia abaixo de 80% de armazenamento
Dados da APA, no Infoágua, mostram a bacia do Mondego com 76% de volume, abaixo do limiar de 80%. As bacias das Ribeiras do Alentejo têm 84%, Arade 87% e Barlavente 101%. Em janeiro, o Mira registava 76,7% de seca hidrológica.
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