- O texto apresenta livros infantis que exploram diferentes visões de casa ao longo da vida, desde a gestação até alcançar uma casa autónoma, com mensagens de esperança.
- Inclui conceitos como a “oceano-casa” na barriga da mãe, e a ideia de futuros lares ilustrados por artistas como Carson Ellis.
- Títulos-chave mencionados: Uma casa no campo (Carson Ellis), Casas arrumadas. Casas desalinhadas (Carson Ellis), A Casa Azul (Phoeb Wahl), A Casa Invisível (Francisca Camelo) e Bebé Barriga (Aurore Petit).
- Outras obras referenciadas na lista de imagens: Allumette (Tomi Ungerer), Como É Que Um Caracol Foge de Casa? (Capicua) e As Casas das Coisas (texto de João Pedro Mèsseder, ilustração de Rachel Caiano).
- A seleção é acompanhada por imagens de divulgação, incluindo referências a edições da Trienal de Arquitectura de Lisboa.
Desde a barriga da mãe até à casa autónoma, uma curadoria literária explora a evolução do conceito de lar ao longo da vida. A proposta reúne obras que ajudam a entender diferentes perspetivas sobre onde viver, em termos simples e acessíveis às crianças.
A escolha textual e visual destaca a ideia de casa como espaço vivo, que acompanha o crescimento e as mudanças do indivíduo. A curadoria aponta que a casa pode ser vista como continente de memórias, conforto e identidade.
Diversas obras apresentam a casa em variados cenários e estilos. Aurore Petit descreve o conceito de “oceano-casa” desde o início da vida, enquanto Carson Ellis sugere propostas gráficas para o futuro lar.
Entre os títulos em evidência estão Uma casa no campo, e Casas arrumadas. Cada obra oferece mundos visuais e narrativos que estimulam a imaginação sobre onde, como e porquê habitar.
A secção presenta ainda obras com intervenções artísticas, como ilustrações de Yara Kono e textos de Tomi Ungerer, ampliando a variedade de formatos e perspetivas sobre o lar.
A lista inclui relatos que acompanham o leitor desde A Casa Azul, com referências a uma casa junto a um abeto, até A Casa Invisível, que indica presença mesmo sem visibilidade.
A seleção contempla ainda obras com linguagem poética e lúdica, como Como É Que Um Caracol Foge de Casa, de Capicua, e uma página dupla de Allumette, de Tomi Ungerer, que exploram a relação entre espaço e identidade.
Entre na conversa da comunidade