- Amas em regime livre reivindicam integração na rede gratuita Creche Feliz, devido à falta de vagas, especialmente no berçário.
- O programa atual abrange apenas amas em creches familiares geridas por IPSS ou misericórdarias.
- A proposta é incluir amas em regime livre na frequência gratuita até aos três anos.
- Luísa Sousa, presidente da APRA, diz que é direito da criança que todas as respostas certificadas sejam abrangidas.
- A notícia não refere ainda uma decisão ou calendário para a possível inclusão.
Amas reivindicam a integração em rede gratuita da Creche Feliz. A falta de vagas em creches, sobretudo no berçário, leva a APRA a pedir que o serviço das amas em regime livre passe a integrar a rede. O objetivo é ampliar o acesso a crianças até aos três anos.
A APRA aponta que o programa atual já garante frequência gratuita apenas para amas em creches familiares geridas por IPSS ou misericórdias. A associação sustenta que todas as respostas certificadas devem abranger o serviço das amas em regime livre.
Contexto e reivindicação
Luísa Sousa, presidente da APRA, afirma que a decisão reforça o direito das crianças a recursos acessíveis. A instituição enfatiza a necessidade de incluir as amas no regime de apoio da rede Creche Feliz para reduzir desigualdades no acesso.
A posição da APRA surge numa altura em que a procura por vagas excede a oferta. A entidade pretende que a integração seja discutida entre as entidades responsáveis pela rede e as associações representativas das amas.
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