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Alexandre Pinto da Costa recorre de decisão sobre destino de milhões da herança

Recurso de Alexandre Pinto da Costa contesta que os pedidos de herança sejam avaliados apenas no inventário, prolongando a disputa após a morte de Jorge Nuno Pinto da Costa

Alexandre Pinto da Costa no funeral do pai, Jorge Nuno Pinto da Costa
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  • Alexandre Pinto da Costa recorreu da decisão que limitava a avaliação da ação de petição de herança ao processo de inventário.
  • A disputa envolve a destinação de milhões da herança do falecido Jorge Nuno Pinto da Costa, ocorrida há pouco mais de um ano.
  • A sentença não analisou o mérito da questão, apenas determinou que a análise ocorra no âmbito do inventário e na impugnação da relação de bens.
  • A viúva, Cláudia Pinto da Costa, contestou a ação, afirmando que os bens declarados refletem a vontade do falecido e negando omissões ou manipulações.

Pouco mais de um ano após a morte de Jorge Nuno Pinto da Costa, a disputa pela herança do antigo presidente do FC Porto mantém-se em tribunal. A decisão recorrida entende que os pedidos da ação de petição de herança podem ser avaliados apenas no âmbito do processo de inventário.

Fontes próximas de Alexandre Pinto da Costa confirmam o recurso à decisão que limitou o alcance da análise ao processo de inventário. A sentença não se pronunciou sobre o fundo da questão, limitando-se a indicar que a matéria deveria ser apreciada nesse processo e na impugnação da relação de bens.

A viúva do dirigente, Cláudia Pinto da Costa, contestou a ação, afirmando que os bens declarados refletem a vontade do falecido. A defesa negou qualquer omissão ou manipulação relacionada com o inventário.

Contexto da disputa

O processo envolve a apresentação de pedidos de herança por parte de Alexandre Pinto da Costa, que alega direitos sobre bens deixados pelo pai. O diálogo entre as partes continua no âmbito judicial, sem indicação de acordo a curto prazo.

As partes não divulgaram detalhes financeiros específicos em audiência ou comunicações públicas. A agenda processual aponta para novas fases de análise nos próximos meses.

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